Identificado jovem que foi morto após fazer funcionária de loja de refém em Angra - Diário do Vale
terça-feira, 21 de setembro de 2021 - 01:20 h

TEMPO REAL

 

Capa / Tempo Real / Identificado jovem que foi morto após fazer funcionária de loja de refém em Angra

Identificado jovem que foi morto após fazer funcionária de loja de refém em Angra

Matéria publicada em 7 de julho de 2021, 16:05 horas

 


Angra dos ReisFoi identificado como Marco Antônio Ferreira Gomes da Silva, de 20 anos, o jovem que fez uma comerciária de refém e morreu ao ser baleado por um policial civil que estava à paisana. O fato ocorreu na manhã desta quarta-feira, dia 7, na Rua do Comércio, no Centro de Angra dos Reis, após o suspeito, junto com outros dois comparsas, invadir uma loja de operadora de telefonia localizada no mesmo local.

Marco chegou a ser levado para o Hospital Geral da Japuíba, onde morreu. Os outros dois comparsas se entregaram, sem reagir. Eles devem participar ainda nesta semana, da audiência de custódia, em Volta Redonda, onde o juiz vai decidir se mantém ou não os suspeitos presos.

A funcionária da loja foi libertada, sem sofrer nenhuma lesão. Ela prestou depoimento ao delegado titular da 166ª DP (Angra dos Reis), Vilson de Almeida.

O policial mandou periciar a pistola que estava com o  jovem que morreu. O delegado também registrou os depoimentos dos policiais militares que negociaram com os assaltantes, para que a funcionária fosse libertada, após eles invadiram a loja e fizer a mulher de refém.

Também prestou depoimento o policial civil autor do tiro.

Marco foi baleado quando saiu do estabelecimento usando a refém de “escudo”.  O corpo dele foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis.

 

Delegado diz que policial agiu em legítima defesa 

 

O delegado titular da 97ª DP (Mendes), João Bicudo, que, atualmente acumula a função, cobrindo as férias do delegado titular de Angra dos Reis, Vilson de Almeida, disse que o policial que atirou no suposto assaltante agiu em legítima defesa.

–  O policial civil agiu de forma precisa e cirúrgica, devido a restrição de liberdade da funcionária. A vítima, ao depor na delegacia, disse que, quando estava sendo feita de refém, o jovem disparou um tiro, mas que ninguém foi atingido – disse João Bicudo.

O delegado indiciou os dois comparsas que se entregaram à polici, por tentativa de roubo.


Comente com Facebook
(O Diário do Vale não se responsabiliza pelos comentários postados via Facebook)

5 comentários

  1. SAMUKA NUNKA MAIS

    “jovem”. Que tal substituir por “criminoso” ou “sequestrador”, quem sabe até “monstro”?

  2. Operação de sucesso! Podia ter acertado mais tiros, mas já está ótimo.

    • Pena que quando é um dos seus essa orientação de abater para proteger o cidadão de bem não é seguida. A família da estudante em Vassouras chora até hoje pelo desfecho trágico, quando ficaram por três horas “dialogando ” com um dos seus integrantes, até que ele resolvesse matar a menina. E está agora preso “desfrutando” das benesses do nosso dinheiro. Não é assim que os seguidores do mito sempre falam.

    • A espetacularização da morte como política de segurança pública, é algo doentio.

    • Corrigindo, em Vassouras.

Untitled Document