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Livro lançado por observatório da UFF registra experiências do Mep

Matéria publicada em 12 de março de 2021, 09:19 horas

 


Foto divulgação do lançamento do livro do observatório de Direitos Humanos da UFF.

Volta Redonda- Lançado na quinta-feira, dia 11, de forma virtual, o livro em formato E-book do Observatório de Direitos Humanos do Sul Fluminense, ligado à UFF-Campus Aterrado, consta o inédito artigo acadêmico do Mep(Movimento Ética na Política).

De acordo com José Maria da Silva, Zezinho, que participou do lançamento, este é o primeiro livro do Observatório, com título “Experiências e Lutas por Direitos Humanos no Sul Fluminense”, organizado pelo Observatório, e contempla artigo sobre experiências sócio educacionais e socioambientais do Mep.

Segundo Zezinho, no lançamento era visível a emoção dos professores e extensionistas da UFF, como também dos representantes das entidades sociais parceiras do projeto de extensão da universidade.

A professora e doutora Alejandra Estevez, da equipe editorial do livro Cf. https://linktr.ee/ODHSulFlu , disse que a live é uma celebração e demarcação desta como um instrumento que pode e deve ser utilizada a fim de fortalecer a história local e colocar em evidência todo o trabalho que vêm sendo feito pelo Observatório de Direitos Humanos do Sul Fluminense e também a partir dele.

As autoras do artigo acadêmico do Mep, Ana Paula Vasconcelos (doutora em sociologia-UFRJ), Elisa Andrade Costa (mestra em literatura-UFRJ), Luísa Ferreira Viana (graduanda em Letras -CEDERJ), Gabriella Teixeira (graduanda em geologia-UFES) e Silvia Real (mestra em geociências-UNEP), todas voluntárias, também acompanharam o evento.

Segundo Ana Vasconcelos, que participou diretamente do lançamento na live, representando o Movimento. O livro se torna muito importante para estreitar a relação com a universidade, e reafirma o quanto a extensão é importante. A universidade não pode ficar encastelada em sua cátedra, e sim doa-se à sociedade. “Nosso artigo conseguiu juntar a história de todas as sondagens do movimento, focadas nos DHs. Agora temos registrado toda história que o Mep já faz como ‘método de escuta e ação’ há tanto tempo. Fato importante para historiografia. E, claro, a capacidade do Movimento se reinventar na sua militância sociopolítica.” Disse a socióloga.


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Um comentário

  1. Acredite se quiser. Blá, Blá, Blá!!!

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