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Mais 230,7 milhões de doses de vacina serão entregues até julho, segundo Ministério da Saúde

Matéria publicada em 17 de fevereiro de 2021, 19:08 horas

 


Ministro mostrou cronograma em reunião virtual com governadores

Brasília, Índia e Europa – O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresentou na quarta-feira (17) um cronograma em que prevê a distribuição de cerca de 230,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 até julho. O anúncio foi feito durante reunião virtual com governadores, informou a pasta.
Na programação apresentada, o ministro incluiu as negociações com os laboratórios União Química/Gamaleya e Precisa/Bharat Biotech, que podem garantir ao Brasil a chegada da vacina russa Sputnik V e da indiana Covaxin, respectivamente. A previsão, de acordo com a pasta, é que o contrato com os dois laboratórios seja assinado ainda nesta semana. Os dois imunizantes ainda não possuem pedido de uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
As próximas entregas aos estados acontecem ainda em fevereiro: serão 2 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz, importadas da Índia, e 9,3 milhões da Sinovac/Butantan, produzidas no Brasil. Em março, a pasta também aguarda a chegada de 18 milhões de doses da vacina do Butantan e mais 16,9 milhões da vacina da AstraZeneca.

Cronograma

A assessoria do Ministério da Saúde informou o seguinte cronograma sobre a entrega das vacinas no país:

Fundação Oswaldo Cruz (vacina AstraZeneca/Oxford): dois milhões entregues em janeiro; dois milhões importadas da Índia em fevereiro; Março quatro milhões importadas da Índia e 27,3 milhões produção nacional com IFA importado em março; 28,6 milhões de produção nacional com IFA importado em abril; 28,6 milhões de produção nacional com IFA importado em maio; 28,6 milhões de produção nacional com IFA importado em junho; três milhões produção nacional com IFA importado em julho. Total no primeiro semestre é de 112,4 milhões de doses.

A partir do segundo semestre, com a incorporação da tecnologia da produção da matéria-prima (IFA), a Fiocruz deverá entregar mais 110 milhões de doses, com produção 100% nacional.

Fundação Butantan (vacina Coronavac/Sinovac): 8,7 milhões entregues em janeiro; 9,3 milhões em fevereiro; 18,1 milhões em março; 15,9 milhões em abril; seis milhões em maio; seis milhões em junho; 13,5 milhões em julho. Total é de 77,6 milhões de doses.

Até setembro, serão entregues mais de 22,3 milhões de doses da Coronavac, totalizando os 100 milhões contratados pelo Ministério da Saúde.

Covax Facility: 2,6 milhões de vacinas importadas da AstraZeneca/Oxford em março, além de mais oito milhões de vacinas importadas em junho. Total é de 10,6 milhões de doses.

União Química (vacina Sputnik V/Instituto Gamaleya/Rússia: 400 mil vacinas importadas da Rússia em março; mais dois milhões importadas em abril; e 7,6 milhões importadas em maio. Total é de 10 milhões de doses da Rússia.

Com a incorporação da tecnologia da produção do IFA, a União Química deverá produzir, no Brasil, 8 milhões de doses por mês.

Precisa Medicamentos (vacina Covaxin/Barat Biotech/Índia): de março até maio serão 20 milhões de doses importadas da Índia, sendo que oito milhões chegarão em março, oito milhões em abril e quatro em maio.

Informações são da Agência Brasil.


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Um comentário

  1. Se isso realmente acontecer será um sonho!

    Espero realmente que aconteça.

    Vacinacao unica solução para saúde, economia e educação.

    Chega de contar mortos!

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