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Mais dez leitos para tratamento de pacientes com Covid-19 são reabertos em VR

Matéria publicada em 27 de janeiro de 2022, 15:19 horas

 


Em menos de um ano, 30 leitos de alta complexidade foram construídos para receber pacientes Covid-19 em uma área anexa ao Hospital do Retiro – Foto: Geraldo Gonçalves(PMVR).

Volta Redonda- Adotando uma estratégia de acompanhamento ao crescente número de infectados pela variante Ômicron, a Prefeitura de Volta Redonda reabriu 10 leitos no Hospital Dr. Munir Rafful (HMMR), o Hospital do Retiro, para atender pacientes com Covid-19. Esses leitos haviam sido revertidos para o tratamento de outras doenças quando houve uma baixa no atendimento por coronavírus. No entanto, sempre estiveram à disposição da Rede Municipal de Saúde para um possível agravamento da pandemia.

Além disso, o Hospital do Retiro conta com mais 10 leitos de “reserva” e a prefeitura já fez contato com o Estado para que o Hospital Regional Drª Zilda Arns possa abrir mais vagas para Covid. Em outra ação em parceria com o governo estadual, a prefeitura pede a reativação de contrato com a rede privada local, para que leitos sejam cedidos a pessoas assistidas pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

De acordo com a diretora geral do Hospital do Retiro, Márcia Cury, o município tem acompanhado o aumento da demanda de pacientes para internação por Covid-19. Principalmente pessoas não vacinadas ou com o esquema de vacinação incompleto.

“Como no ano passado, conseguimos estruturar mais leitos para Covid. Estamos abrindo mais 10 leitos clínicos para poder receber pacientes. O número de infectados está crescendo e estamos preparados. Apesar desta crescente, os casos estão sendo de menor gravidade do que já foram, mas a população tem que entender a importância dos cuidados se manterem porque a pandemia ainda não acabou”, ressaltou Márcia Cury.

O coordenador municipal de Vigilância em Saúde, Carlos Vasconcellos, ressaltou que Volta Redonda possui a capacidade da abertura de mais leitos, conforme o andamento do número de casos graves e a demanda na rede de emergência.

“Temos feito gestão junto ao Hospital Regional Drª Zilda Arns, que atende pacientes não só de Volta Redonda como de todo o Médio Paraíba, para ampliação contínua de leitos, o que tem sido feito, e também em contato com a rede privada de hospitais. Mantemos o nosso cuidado, o acompanhamento para que todos possam ser atendidos. Mas é fundamental que pessoas que não tenham tomado reforço, o façam; teremos vacinas disponíveis nas unidades de saúde, inclusive aos finais de semana”, disse Vasconcellos, frisando que a população deve optar por máscaras de boa qualidade, de preferência: N95, KN95 ou PFF2.

Capacidade de atendimento

Em menos de um ano, em 2021, 30 leitos de alta complexidade foram construídos para receber pacientes Covid-19 em uma área anexa ao Hospital do Retiro. Esses locais foram equipados com respiradores, ventiladores pulmonares e monitores de sinais vitais com capnografia – aparelho que controla a concentração de gases respiratórios durante terapia intensiva. Anteriormente, o governo passado investiu no aluguel de leitos, o que se mostrou ineficaz no combate à Covid. Os hospitais alugados deixaram a cidade e a pandemia não acabou.


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5 comentários

  1. Me Engana que Eu gosto

    Todos, sem exceção, das pessoas que conheço, pegaram a variante ÔMICRON com esquema vacinal completo, ou seja, com as 3 doses da vacina.

  2. Mais leito nos hospitais de Volta Redonda, atitudes firmes e sólidas da administração municipal. Resultado do trabalho de muitas pessoas que amam nossa cidade.
    Prefeito, secretários, assessores e dezenas de pessoas competentes e, mais do que competentes, compromissadas com resultados concretos. Está começando a ficar bom morar por aqui.

  3. Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) autorizou, nesta segunda-feira, a aplicação de uma terceira dose da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech em crianças de 12 a 15 anos, e reduziu para todas as faixas etárias o intervalo do reforço de 6 para 5 meses após o esquema inicial de imunização.
    A agência também autorizou uma terceira dose em crianças de 5 a 11 anos imunocomprometidas.

    Testes de laboratório mostraram que duas doses das vacinas da Pfizer-BioNTech e Moderna geram respostas imunológicas baixas contra a Ômicron, mas as doses de reforço parecem proteger contra a variante altamente mutada.

    A prefeitura não fabrica vacina, nem encomenda, só distribui.

    Mas fica aqui a informação que crianças , adolescentes e adultos , têm percentual muito baixo de proteção sem a 3 dose.

    Então quem pode , tome a 3 dose.

  4. Pfizer
    As farmacêuticas Pfizer e BioNTech declararam no dia 7 de dezembro que duas doses da vacina podem não ser suficientes para proteger contra a infecção com a variante Ômicron, mas que três doses são capazes de neutralizar a nova cepa.

    Usem.mascaras, adolescentes só receberam 2 doses e crianças estão recebendo a 1 dose.

  5. Os Centros dos Estados Unidos para Controle e Prevenção de Doenças identificaram em um estudo publicado na semana passada que uma dose de reforço da vacina da Pfizer foi 90% eficaz na prevenção de hospitalização pela cepa atual 14 dias após a administração, como destaca a CNBC.

    Dados da Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido, publicados no início deste mês, também apontaram que as doses extras são até 75% eficazes na prevenção de infecções sintomáticas pela ômicron duas a quatro semanas após a aplicação.

    No entanto, o estudo descobriu que os reforços enfraquecem substancialmente após cerca de 10 semanas, fornecendo 45% a 50% de proteção contra infecções sintomáticas.

    E daí só vai caindo…

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