domingo, 22 de setembro de 2019

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Morre homem que mantinha reféns em ônibus na Ponte Rio-Niterói

Matéria publicada em 20 de agosto de 2019, 09:31 horas

 


Rio de Janeiro – Homem, que estava mantendo reféns na Ponte Rio-Niterói, foi baleado por atirador de elite e acabou morrendo. Pessoas estavam sendo mantidas reféns há mais de três horas, deixando a pista sentido Rio interditada, e obrigando motoristas que se dirigiam para o Rio a voltar.

O sequestrador jogou tintas nas janelas do ônibus para dificultar a visão do atirador de elite, que estava presente na ponte, durante o sequestro.

Testemunhas no local ouviram barulhos de tiros e em seguida, o atirador de elite comemorou os disparos certeiros, que causaram a morte do vigilante.

No momento, os passageiros estão sendo atendidos e levados para hospitais do Rio de Janeiro. Mais de 30 pessoas foram feitas de reféns durante o sequestro.

Por volta das 6h, o homem armado obrigou o motorista a atravessar o coletivo na pista, na altura do vão central.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o sequestrador teria se identificado como policial militar e teria dito que estava com gasolina, ameaçando incendiar o ônibus.


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5 comentários

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    capeta da grota do Santa cruz

    …ja foi tarde…

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    Clap! Clap! Clap!…

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    Estou esperando um comentário colocando a culpa do Bolsonaro .

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      O quê o Bolsonaro tem a ver?

      Podemos ligar esses casos a ele só depois da lei autorizando a canelar CPF de bandidos armados. Por enquanto os POLITIQUEIROS do DEM, PP, PR e PRB estão exigindo cargos para votarem.

      O deputado delegado tbm não faz nada para ajudar a aprovar a lei. Talvez está só esperando colocarem em votação.

      Para a previdência ele trabalhou bem para ajudar o governo. Depois descobrimos que a intenção mesmo foi para ajudar os policiais e suas famílias, ou seja, ajudar a sua classe, que ele considera povo.

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      Tanto tem que você logo relacionou com o Mito. A postura do W2 socando o ar com a morte do delinquente está diretamente ligado a tudo a que o despreparado faz desde o início da sua campanha. É só ver a quantidade de delegados, policiais, militares e gente financiada pelas fábricas de armamentos que se elegeram na cauda do ex capitão. E no caso do governador ele quer utilizar esse episódio para justificar a morte dos jovens por esse polícia sedenta por atirar. São 881 mortes em sete meses nas comunidades e nenhuma em comunidades controladas pela milícia. É coincidência?

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