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Mosaico: Mais um acidente

Matéria publicada em 2 de dezembro de 2018, 16:08 horas

 


Um vazamento de gás ocorrido no início da noite deste sábado (01) na Coqueria da UPV (Usina Getúlio Vargas) deixou um metalúrgico ferido.  Marco Antônio de Almeida foi socorrido e levado para o Hospital das Clínicas (antigo Vita) por ter inalado gás.
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Ele foi internado e, segundo informações, do hospital fez exames e passa bem.
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A CSN não divulgou nota sobre o acidente, mas fontes extra-oficiais informaram que o problema será investigado pela empresa.
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Diplomação
A cerimônia de diplomação dos candidatos eleitos no estado do Rio de Janeiro será realizada no dia 18 de dezembro, às 11h, no auditório da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).
Os 120 eleitos aos cargos de deputados estadual e federal, senador, governador e vice-governador receberão seus diplomas dos membros da Corte Eleitoral fluminense.
Na abertura da cerimônia, a orquestra Maré do Amanhã, formada por crianças e adolescentes do Complexo da Maré, irá tocar o Hino Nacional. A diplomação é o ato pelo qual a Justiça Eleitoral atesta que o candidato foi efetivamente eleito pelo povo e, por isso, está apto a tomar posse no cargo.

Aliás
A Central de Atendimento ao Eleitor (CAE) da sede do TRE-RJ, no Centro do Rio, voltou a atender ao público nesta semana. No local, eleitores de todo o estado podem realizar serviços como emissão da primeira via do título, transferência, atualização de dados ou mudança de local de votação, entre outros. O atendimento é realizado por ordem de chegada, no Centro do Rio, e funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 18h.

Combate à tortura
O Comitê Estadual para Prevenção e Combate à Tortura (CEPCT/RJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realizou na sexta-feira, dia 30, uma eleição para escolher cinco instituições representativas da sociedade civil para cumprir mandato de 2019 a 2021.
São elas a organização Justiça Global, a Associação de Ex-Conselheiros e Conselheiros da Infância, o grupo Elas Existem – Mulheres Encarceradas, o Fórum Permanente de Saúde no Sistema Prisional e a Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência.

Finalidade
O Comitê tem como principal objetivo pensar e formular políticas públicas a partir das ações do Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura (MEPCT/RJ), que planeja e conduz, sem aviso prévio, visitas a espaços de privação de liberdade para fiscalizar as condições de tratamento, prevenindo a tortura e outras formas de punição desumanas e degradantes. Fazem parte do Comitê, além das instituições, representantes do Poder Público.

Autores
Comitê e Mecanismo foram criados pela Lei 5.778/10, de autoria dos deputados Jorge Picciani (MDB), Luiz Paulo (PSDB) e Marcelo Freixo (PSol).
Para organizar a eleição, o Comitê criou uma Comissão Eleitoral que selecionou, entre os inscritos, instituições para serem candidatas ou eleitoras no processo. As instituições puderam ocupar os dois postos – de eleitora e candidata – ao mesmo tempo e cada um dos nove eleitores selecionou cinco candidaturas para eleger como chapa. Os resultados, no entanto, foram individuais e cada instituição eleita irá indicar um representante e um suplente para compor o grupo.

Eleitos
Eleita com oito votos, o grupo Elas Existem – Mulheres Encarceradas integrará o Comitê pela primeira vez. “Nosso grupo é composto exclusivamente por mulheres e, nesse sentido, a gente quer debater gênero e raça no sistema prisional e socioeducativo do Rio. Nosso grupo atua principalmente em cima da questão das mulheres encarceradas”, explicou Caroline Mendes Bispo, cofundadora da entidade.

Regras
O regimento do órgão permite que cada entidade possa se reeleger uma vez e, com nove votos, a organização Justiça Global continuará a integrar o Comitê. Fundada em 1999, a organização trabalha com a proteção e promoção dos direitos humanos e o fortalecimento da sociedade civil e da democracia. O grupo também foi eleito para compor o Comitê Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (CNPCT), vinculado ao Governo Federal.
“A nossa proposta é contribuir para a articulação desses dois espaços e fortalecer as instituições de garantia de direitos e, principalmente, de prevenção e combate a práticas de tortura, que são um problema histórico”, declarou Monique Cruz, pesquisadora da entidade.


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