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Motorista é preso em flagrante por atropelar e matar mulher em Pinheiral

Matéria publicada em 12 de maio de 2018, 13:30 horas

 


Pinheiral – O motorista Wesley Moreira Ávila, de 34 anos, foi preso neste sábado, suspeito de homicídio culposo de trânsito. Pela denúncia, ele conduzia um carro por volta das 4h desta madrugada, quando atropelou e matou Maria das Graças Silva, de 62 anos.

O atropelamento foi na Avenida Nilton Pena Botelho, Parque Maíra. A vítima chegou a ser socorrida no Hospital Municipal de Pinheiral, onde morreu.

Wesley foi indiciado pelo delegado adjunto da 90ª DP (Barra Mansa), Antônio Furtado, que neste fim de semana, também respondia pelos flagrantes ocorridos em Pinheiral e Volta Redonda.  O policial explicou que decretou a prisão em flagrante porque o suspeito fugiu sem prestar socorro à mulher.

Furtado disse que a versão do motorista foi a de que fugiu porque temia ser agredido ou linchado por populares que estavam no local do atropelamento. Ele seguiu de carro até o posto da Polícia Militar, onde informou o que tinha acontecido e porque não prestou socorro a mulher ferida.

Os PMs foram até o local e levaram Maria das Graças para o hospital. O delegado, porém, informou que uma testemunha que presenciou o atropelamento desmentiu a versão de Wesley.

– Essa testemunha, que também conduzia um carro, viu quando o suspeito atropelou a mulher e não havia nenhum grupo de pessoas, como alegou Wesley. A Avenida estava deserta. Após o atropelamento, a testemunha o seguiu e chegou a interceptar o veículo de Wesley, que estava em alta velocidade – disse Furtado.

O policial entendeu que a história mudou após o depoimento da testemunha e que, por isso, o suspeito não parou para socorrer a vítima por vontade própria.

Por esse motivo, Furtado determinou a prisão em flagrante de Wesley por homicídio culposo de trânsito (sem intenção de matar).

– Apliquei o Código Nacional de Trânsito que dita que, quando um motorista não presta socorro à vítima, ele deve ser preso em flagrante e sem direito a fiança. O fato ainda de não socorrê-la causa um aumento de pena que pode chegar a 5 anos de prisão, caso seja condenado – disse Furtado.


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11 comentários

  1. Só não entendi? Quem fez o socorro foi a PMRJ? Pelo q eu li! É correto?????
    Dito pela empresa!!!
    PMs foram até o local e levaram Maria das Graças para o hospital. O delegado, porém, informou que uma testemunha que presenciou o atropelamento desmentiu a versão de Wesley.

  2. Só não entendi? Quem fez o socorro foi a PMRJ? Pelo q eu li! É correto?????

  3. Fizeram o teste de etilômetro?

  4. Bom seria se isso realmente ocorresse. Mais sabemos que vai pagar fiança e sairá, fazer uns serviços comunitários ou sexta básica e tudo certo. Vida que segue.

  5. tem que pagar mesmo…e agora como fica a família dessa senhora???logo hj que é comemorado o dia das mães…que Deus conforte a família dessa senhora….parabéns ao delegado Furtado,cabra bom e excelente policial.

  6. Platão, o Filófo

    Li certa vez uma matéria que dizia que aqui no Sul do Estado, Barra Mansa e Pinheiral eram dois lugares onde o Código Nacional de Trânsito definitivamente não havia pegado. Isso é fato. Logo, a lei que impera é cada um por si. Dessa forma, observo que quando os motoristas dessas localidades vêm para Volta Redonda é tiro e queda, agem do mesmo modo, ou seja, não existe Código Nacional de Trânsito; o carro é meu, paguei por ele e a rua é minha. E daí? Assim caminha a humanidade…

  7. Liberdade e propriedade

    É a palavra do réu contra a da testemunha. O medo de linchamento é fundamentado por muitos casos reais. O réu não se omitiu da responsabilidade ao informar no próximo posto policial. Caso realmente não houvesse aglomeração, como citou a testemunha, se formaria em questão de pouco tempo. Não concordo com a prisão do acusado.

  8. A verdade seja dita

    O que se faz aqui se paga aqui. Culpou uma pessoa e agora vai passar pelo que a pessoa está passando… prisão seja efetuada.

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