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Novos grupos são criados pelo CEAM para atender mulheres em situação de violência em VR

Matéria publicada em 23 de junho de 2021, 12:57 horas

 


Os encontros irão acontecer no CEAM, que funciona na sede da SMIDH -Foto: Divulgação PMVR.

Volta Redonda- O Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM), órgão municipal vinculado à Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Idosos e Direitos Humanos (SMIDH), tem buscado formas para melhor atender mulheres vítimas de violência. E por esse motivo está criando grupos reflexivos e com atendimento presencial para mulheres em situação de violência em Volta Redonda.

Seguindo todas as medidas de combate a Covid-19, cada grupo contará com a participação de cinco mulheres. Os encontros irão acontecer no CEAM, que funciona na sede da SMIDH, na Rua Antônio Barreiros, 232, bairro Nossa Senhora das Graças.

O primeiro deles, o “Elas por Elas”, começa a funcionar nessa quinta-feira, dia 24, e cada encontro tem duração de 2 horas. Durante as reuniões os temas abordados pela assistente social e psicóloga serão voltados para a questão da superação da violência.

De acordo com a secretária de Políticas para Mulheres, Idosos e Direitos Humanos, Glória Amorim, o objetivo é a prevenção de novos episódios de violência. “Essas mulheres chegam até a secretaria em situação de violência. Por isso, a importância de criar grupos como esse. Queremos ajudar a nossa usuária a se fortalecer para que outros episódios não voltem a acontecer”, disse a secretaria.

Já as atividades do grupo “Conexão”, que começam na próxima quarta-feira, dia 30, serão realizadas em parceria com a secretaria municipal de Ação Comunitária (Smac). Em cada encontro, que também têm duração de duas horas, será tratado um tema diferente, voltados à superação dessas mulheres. Com duração de sete meses, o curso vai abordar questões voltadas capacitação profissional, como se portar em uma entrevista de emprego e formular um currículo, por exemplo. No final da capacitação será entregue um certificado de conclusão do curso.

A coordenadora do CEAM, a advogada Julia do Carmo Boa Morte, explica que os grupos serão intermediados por duas equipes. “A primeira dela é do CEAM e a outra é da SMAC, através do Centro de Inclusão Produtiva (CIP) que será responsável pela capacitação dessas mulheres, entendendo que a usuária do CEAM é público prioritário para a capacitação deles”, disse.


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