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Operação da PF para investigar desembargador ocorre no Rio e Resende

Matéria publicada em 24 de setembro de 2019, 07:43 horas

 


Rio de Janeiro – A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira, 24, uma operação que mira investigar o desembargador Siro Darlan. Agentes cumprem mandados de busca e apreensão na casa dele, na Gávea, na Zona Sul do Rio, em seu gabinete, no Tribunal de Justiça, no Centro, e em um endereço em Resende.

Siro Darlan é alvo de um inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ), que apura a venda de sentenças no Fórum da capital. O desembargador foi quem mandou soltar os ex-governadores Anthony Garotinho e Rosinha Matheus, menos de 24 horas depois do casal ser preso, no início deste mês.

Além dos inquéritos no STJ, o magistrado também é alvo de uma representação na presidência do TJ-RJ, assinada pelos outros quatro desembargadores da 7º Câmara e uma investigação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para apurar faltas disciplinares.

Um dos inquéritos, no STJ, tem origem em Resende (RJ). Presidente do Sindicato do Comércio Varejista do município, o economista Ricardo Abbud foi preso, em 2015, com mais 21 acusados de praticar irregularidades na Câmara Municipal. O delator contou ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que, quando Abbud estava preso com ele,  relatou que seu pai, João Bosco de Azevedo, negociou “com pessoa interposta pelo desembargador Siro Darlan” a quantia de R$ 50 mil por sua liberdade.

*As informações são do Jornal Extra


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3 comentários

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    Muitos autoridades do judiciário se vende para políticos e isso perdem sua credibilidade na sua Cidade e Estado, estamos vivenciando isso todo dia!

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    É UMA COISA ABSURDA ,,,AUTORIDADE DESSE PATAMAR PRATICANDO ATITUDES INLÍCITAS !!!!QUE EXEMPLO UM HOMEM DESSE DEIXA PRA OS QUE ESTÃO INTEGRANDO O MAGISTRADO AGORA????
    TEM QUE RECEBER UMA PUNIÇÃO A ALTURA DO ATO COMETIDO ,,,,CASO CONTRARIO ARRANHA A IMAGEM DO JUDICIARIO

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    A venda de sentenças é coisa bem comum no país, doutrinadores vem a público argumentar sobre a interpretação de leis, para justificar os seus mal feitos, tais justificativas alegadas, muitas das vezes, fragilizam o estado, pois diversas interpretações são na realidade um desvirtuamento da lei e não um ponto de vista diferente da lei, falta moralidade, imparcialidade, sendo esta última muitas das vezes apedrejada moralmente pelos que são seduzidos pelo dinheiro e na realidade o dinheiro que se paga por isso não vale a pessoa que se compra. Triste realidade do nosso país, continuamos a ser essa bagunça e, aos poucos, estamos nos tornando uma anarquia absolutista.

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