‘Pergunte ao Candidato’: Danilo Caruso responde sobre propostas para Volta Redonda

by Diário do Vale
Repórter Libânia Nogueira intermediou a entrevista com perguntas dos internautas (Foto: Franciele Bueno)

Repórter Libânia Nogueira intermediou a entrevista com perguntas dos internautas
(Foto: Franciele Bueno)

Volta Redonda – O candidato do PSOL à Prefeitura de Volta Redonda, Danilo Caruso, foi o entrevistado desta quarta-feira no “Pergunte ao Candidato”. Ele respondeu, durante transmissão ao vivo no Facebook do DIÁRIO DO VALE, a dez perguntas enviadas previamente por internautas. As respostas transcritas a seguir foram resumidas para adequar o espaço às páginas do jornal. A entrevista de hoje é com a candidata Professora Clarice, que disputa as eleições em Barra Mansa pelo PT.

Internauta – Como o candidato planeja terminar obras inacabadas, como a Rodovia do Contorno? Existe orçamento para terminar essas obras que estão paradas?

Danilo Caruso – A Rodovia do Contorno, o nome do problema é PMDB, que é o partido que faliu o Estado do Rio de Janeiro, está em vias de falir Volta Redonda e estão tentando ainda se reeleger. E, na realidade, a maior parte do orçamento para fazer a Rodovia do Contorno vem do estado, não é da prefeitura. A prefeitura contribui com uma parte, mas a maior parte é do estado. Alguns candidatos saem prometendo que vão terminar a Rodovia do Contorno, mas o eleitor tem que se ligar, porque, na verdade, a prefeitura não tem um orçamento para terminar tudo, precisa do orçamento do estado. As obras param, porque o estado entra em confusão com as empreiteiras, a última foi a Delta. Na verdade, já era para ela estar pronta se não tivessem cometido tantos erros antes. Teve erro de licença ambiental, teve paralisação por falta de pagamento das empreiteiras. A prefeitura tem que primeiro alocar parte do orçamento, que é a parte que cabe à prefeitura, para terminar aquilo que puder a prefeitura fazer. Depois, cobrar que os contratos sejam transparentes para que não aconteçam esses problemas de paralisação das obras, e ter uma atuação, se necessário, no Congresso para contribuir, para terminar a obra definitivamente e tirar um pouco o trânsito de caminhões da cidade. Mas é importante dizer também que não é para a população achar que a Rodovia do Contorno pronta a mobilidade vai resolver. Tem que fazer outras coisas para a mobilidade urbana ficar melhor, para a gente poder transitar e para o trânsito poder diminuir.

Internauta – Já vi o Danilo defender que é possível ter em Volta Redonda uma passagem mais barata. Quero saber quais são as propostas concretas do candidato para fazer isso.

Danilo Caruso – Na verdade, é possível não pagar passagem. A nossa proposta é mais do que diminuir as passagens, é ter tarifa zero. Os ônibus não precisam ser custeados por tarifa. Desde 2013, o transporte coletivo passou a ser considerado um direito social, ou seja, um direito que todo cidadão brasileiro tem, de acordo com a Constituição. No entanto, é o único direito social que é custeado por tarifa – a saúde pública não é educação pública não é segurança pública não é. Só que a parte de transporte coletivo continuou sendo custeado por esse sistema tarifário que não funciona bem em cidade nenhuma do Brasil e é por isso que tem tanto protesto em relação à passagem. Nós apresentamos a nossa proposta em audiência pública na câmara, com dados. Na verdade, tem que mudar a forma de custeio, tirar esse sistema tarifário. O sistema tarifário, em primeiro lugar, ele é injusto, porque o transporte público beneficia todo mundo. Não beneficia só a pessoa que usou. Se a pessoa pega o ônibus no Açude e vai até o shopping consumir, o dono do estabelecimento também se beneficiou. Ou seja, é um beneficiário indireto do transporte coletivo. A pessoa que anda de carro, quando tem greve dos rodoviários, todo mundo sabe que as ruas ficam intransitáveis, os ônibus diminuem e só ficam aqueles determinados pela Justiça. Então, a pessoa que anda de carro também se beneficia da existência de transporte coletivo. Então, é um serviço que beneficia a todos, mas só quem custeia é o usuário direto, que é o mais pobre e o empregador, que gera os empregos, através do vale transporte. Nós temos que ter uma forma mais inteligente, mais justa de custear. Isso não é nenhuma coisa mirabolante, um monte de serviços municipais é tarifa zero – a coleta de lixo é tarifa zero, ninguém tem que pagar alguma coisa quando o caminhão de lixo passa, a iluminação pública é tarifa zero. A gente quer colocar mais um serviço desse tipo para a população, porque é melhor para todo mundo. E é importante frisar que uma cidade sem mobilidade é uma cidade morta, porque o tempo que as pessoas gastam indo de um lugar para outro é improdutivo e a pessoa perde tempo de vida. Se a gente fizer um sistema mais inteligente, mais democrático, vai ser melhor para a cidade inteira e nós temos propostas de tarifa zero para implantar em Volta Redonda.

Internauta – O PSOL apresenta pautas que não são discutidas por outros partidos, mas o servidor público deve sempre estar entre as prioridades de um governo. Então, o que podemos esperar do candidato, caso eleito, quanto ao funcionalismo?

Danilo Caruso – Em primeiro lugar, respeito ao funcionalismo. O funcionalismo de Volta Redonda é desrespeitado hoje em dia. Como o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), que não é implementado, apesar de já haver lei para isso. No caso do magistério, por exemplo, a prefeitura perdeu em segunda instância por unanimidade. A Justiça determinou que se implementasse o PCCS e mesmo assim, em vez de implementar, ela continua recorrendo na Justiça o tempo todo. Se não tiver um funcionalismo valorizado, respeitado, você não consegue ter o serviço público adequado para a população. Então, primeiro é implementar os planos de carreira, determinados por lei; segundo valorizar os salários; terceiro, chamar as pessoas que passaram em concursos e não foram convocadas. A prefeitura fica fazendo contrato, o chamado RPA, em que a pessoa não tem direito trabalhista nenhum, ela pode ser mandada embora a qualquer momento e ela (prefeitura) fica fazendo esses contratos e não chama as pessoas que fizeram concursos. Então, tem que chamar essas pessoas, promover concurso público e diminuir a quantidade de trabalhadores que estão com esses contratos precários. Hoje, em Volta Redonda, são mais de mil e trezentos contratos por RPA, a maioria no setor de Saúde – um setor tão importante em que o trabalhador não tem direito nenhum, podendo ser demitido a qualquer momento. Quando um servidor público de Volta Redonda passa em um concurso ou faz um mestrado, ele opta por ir embora. Ele não vai ficar na prefeitura ganhando pouco, sem direitos, sem plano de carreira. Isso cria uma rotatividade enorme que prejudica o serviço para a população. E nós, do PSOL, sempre estivemos na luta pela valorização do serviço público. Os outros candidatos prometem muito, mas nunca vi nenhum deles na hora em que a gente está lutando pelo trabalhador, pelos salários. A gente costuma dizer que o PSOL não faz promessa, o PSOL dá exemplo. O servidor sabe que pode contar com a gente, porque a gente sempre esteve do lado dele. Então, a gente precisa fazer concursos, valorizar os salários, e implementar o plano de carreira, fundamentalmente, para a gente poder, pelos menos, começar. E, depois, tem também a questão da formação, capacitação, porque o funcionalismo precisa e em Volta Redonda, na maioria das vezes, isso não acontece.

Internauta – Gostaria de saber quais serão as primeiras ações do Danilo, se ele for eleito.

Danilo Caruso – A gente tem que ser bem responsável quando propõe alguma coisa. A gente sabe que a cidade inteira tem um monte de coisas que as pessoas querem que aconteçam, tem muitas prioridades. Mas a primeira coisa que a gente tem que fazer é auditar as contas da prefeitura, e tornar o orçamento que a gente tem que é o dinheiro público transparente para a população inteira entender, não precis contador ou economista. Porque quando a prefeitura disponibiliza alguma coisa, referente a orçamento, ela faz de um jeito que é muito difícil de entender, as pessoas olham e têm que ficar estudando aquilo um tempão e a maioria da população não vai ter condição de fazer isso. A gente precisa auditar as contas, tornar o orçamento transparente, para que a gente possa fazer um debate público com a população.

Internauta – Os moradores de Volta Redonda sofrem muito com a poluição, por conta da CSN e também pela quantidade de veículos nas ruas. A minha pergunta para o Danilo é sobre o que há no seu plano de governo pelo Meio Ambiente, e, por consequência, qualidade de vida para a população.

Danilo Caruso – A gente tem uma atuação muito forte no Meio Ambiente. O PSOL, não só em eleição, participa dos movimentos que defendem o Meio Ambiente em Volta Redonda. Todos os movimentos que defendem o movimento verde tem militante do PSOL, eu mesmo participo de vários. Em primeiro lugar, a prefeitura não pode se omitir em relação às questões da CSN. A gente sempre frisa que o nosso relacionamento com a CSN é respeitoso, não pode ser subserviente. Hoje, a prefeitura se omite. A CSN não cumpre os termos de ajustamentos de conduta das questões ambientais, e quando tem uma audiência com juiz não tem nenhum representante da prefeitura. Recentemente, a prefeitura anunciou a intenção de fazer um novo aterro de lixo industrial, que é perigosíssimo, e a prefeitura se omite, não fala nada. Esse lixo industrial iria transitar dentro da cidade em um caminhão. Também defendemos que a Floresta da Cicuta, que é muito importante para a nossa qualidade do ar – tem estudos que mostram que ela é importante até para a temperatura da cidade – a Cicuta deve ser preservada da forma como ela está hoje, que é uma área de relevante interesse ecológico. Recentemente, a CSN tentou “recategorizar” a Cicuta, para fazer com que ela virasse uma reserva privada de patrimônio natural. Isso ia prejudicar muito, a Cicuta ia perder uma área de proteção que tem em torno dela e nós estivemos lá para impedir. Tem que favorecer as cooperativas de catadores, para fazer a reciclagem do lixo. Hoje, a prefeitura prejudica o trabalho deles. Ela contrata empresas de fora, que pegam o lixo reciclado, que tem maior valor agregado, entrega para essas empresas e deixam as cooperativas com o lixo que tem menor valor. Outra questão é no nosso abastecimento de água, do serviço de água e esgoto. A gente perde no abastecimento mais de 40%, segundo o relatório que a própria prefeitura apresentou. E com o problema da crise hídrica, nos próximos anos pode ficar seríssimo. Então, a gente tem que resolver o problema da perda de água e tratar 100% do esgoto. Além disso, no Rio Paraíba tem que fazer o replantio das margens, porque o rio está assoreando e isso pode gerar um problema gravíssimo no futuro. Tem outras questões, como a educação socioambiental, que a gente pode fazer estímulo de plantio de árvores nas áreas públicas e também nas áreas privadas, é preciso estimular isso, e outras medidas.

Internauta – O que o candidato fará pela nossa saúde pública? O que nós precisamos é de mais médicos, principalmente especialistas. Como o senhor pode atrair mais médicos para o SUS?

Danilo Caruso – A forma como se faz política pública da Saúde aqui em Volta Redonda é caótica. Os estudos mostram que 80% dos problemas de saúde são resolvidos com prevenção e atenção básica e isso em Volta Redonda está um colapso. A primeira coisa é incentivar a prevenção e atenção básica, porque quando isso não funciona, sobrecarrega a atenção secundária e a atenção terciária, que são os ambulatórios e hospitais. Então, às vezes, tem tanta gente para ser atendida, que o médico, não tem como atender todo mundo, e passa direto para o especialista e aí afunila no médico e afunila no especialista e a pessoa fica sem atendimento. A lei do SUS, que a gente defende, diz que você tem que promover a saúde, ou seja, você não pode deixar que o cidadão fique doente e depois tratar. É lógico que se ele ficar doente tem que tratar, mas o importante é você tentar evitar que ele fique doente e, para isso, a Saúde tem que ir até o paciente, com atendimento domiciliar, com os agentes comunitários de Saúde, e tem que ter formação também, adequada pra eles. O posto não pode funcionar como funciona hoje, você chega lá e não tem medicamento, a fila é muito grande, não funciona no final de semana. Então, a gente tem que focar nessa prevenção básica e, depois, garantir para os profissionais, condições de trabalho. Daqueles mil e trezentos contratos precários de trabalho, mil e duzentos, aproximadamente, estão justamente na Saúde. Se o médico não estiver valorizado, o enfermeiro, o psicólogo, a coisa não funciona. A parte de saúde mental também é uma catástrofe. Você vai aos Centros de Atenção Psicossocial, falta estrutura, tem contratos precários, não dá conta de atender, a demanda é muito grande. A gente tem que organizar e seguir as leis do SUS. O problema é que a prefeitura faz o contrário, ela tenta privatizar a Saúde. Recentemente, por exemplo, se anunciou no Portal VR que eles iam contratar o Instituto Corpore, novo nome para a velha prática privatista, para fazer a gestão dos contratos de trabalho. Esse instituto já foi processado em Araraquara, justamente por irregularidades em contratos de trabalho, e, agora, a prefeitura quer trazer para Volta Redonda. E aí o cidadão perde o poder de cobrar aquilo que ele custeia com os seus impostos. Veja o que aconteceu com a Cruz Vermelha no ano passado: houve uma irregularidade no contrato que resultou na demissão de mil e setecentos profissionais, a maioria agentes comunitários de Saúde, e aí a atenção básica entrou em colapso. Então, a gente tem que seguir o que manda o SUS, defender uma saúde pública, de acordo com os princípios que estão na lei.

Internauta – Volta Redonda sofre muito com o tráfico de drogas e crimes relacionados a esse mal que toma conta de muitos bairros. Quais são as medidas de melhoria para a segurança e combate ao tráfico?

Danilo Caruso – A prefeitura tem que dar uma formação e uma melhor condição de trabalho para a guarda municipal. Tem trailer da guarda municipal que não tem banheiro, não tem água. Então, tem que valorizar o trabalho da guarda, e tem que dar uma formação adequada da guarda. O combate ao tráfico de drogas, da polícia, é reponsabilidade do Estado. A prefeitura pode contribuir para isso, através da guarda, e com outras medidas também. A gente defende educação integral, a gente quer que as crianças e adolescentes fiquem na escola no período integral, para uma formação completa, a gente defende que a iluminação funcione em todos os bairros, que a guarda tenha condições para circular. Então, tem uma série de coisas que a gente vai fazer que não estão diretamente ligadas ao combate ao tráfico, porque aí é responsabilidade da polícia, mas são coisas, sim, que podem ajudar nessa questão. A educação, a urbanização das áreas para o tráfico não se instalar, melhorar a própria mobilidade. Se a cidade estiver viva de madrugada, diminui a incidência desse tipo de crime. Então, a gente acha que a prefeitura pode atuar nessas questões.

Internauta – O que o candidato pretende fazer, se for eleito, pelas pessoas que vivem nas ruas?

Danilo Caruso – Isso é uma coisa muito séria. Não só as pessoas que vivem nas ruas, também os artistas de rua, os vendedores que estão na rua. Em primeiro lugar, a gente tem que fortalecer a ideia do consultório de rua, porque isso foi praticamente abandonado. E isso é importante, porque quando você fala em Saúde da Família, o atendimento é feito por domicílio. Se a pessoa mora na rua, ela não tem domicílio e aí ela não é atendida por ninguém. Então, a gente tem que fortalecer essa política, dar condições para essa política funcionar. E a gente tem que ser também solidário. As pessoas muitas vezes não são solidárias com os moradores de rua. Nós do PSOL achamos que a gente só vai evoluir se a gente for solidário com aqueles que são mais fracos. A pessoa que mora na rua, que não tem casa, não tem família, é muito triste. E a gente não tem que pensar que tem que tirar a pessoa dali, tem que dar um abrigo, alocar em política de emprego. Não tratar na base da violência, como acontece muitas vezes.

Internauta – Enquanto professor, que conhece de perto os problemas na Educação, quais serão as mudanças que o candidato vai fazer nas escolas?

Danilo Caruso – A Educação é prioridade absoluta, porque a gente tem uma atuação muito forte. A nossa meta é implantar a educação integral, desde a creche até o fundamental e na Fevre, até o final do médio. E essa educação tem que ser completa, com cultura, com arte. O aluno não tem que ficar o tempo todo sentado na carteira, ele vai ter outras atividades, teatro, dança. Isso é um compromisso nosso e que a gente gostaria que a cidade toda cobrasse isso. Não é tão simples, porque em alguns bairros vai ser preciso construir ou ampliar creches e escolas. A gente propõe que logo no primeiro ano de mandato, a gente faça um fórum de Educação, e vai ser duradouro, para que a sociedade possa participar. É possível. Tem muitos equipamentos urbanos que pode ter serventia, como quadras e praças. A gente tem que organizar dentro do orçamento, mas dar prioridade para isso. Se a gente ganhar a eleição e chegar ao final do mandato e se a gente tiver todas as crianças e todos os adolescentes em tempo integral, a gente vai ter feito um grande trabalho em Volta Redonda.

Internauta – Durante essa crise, muita gente ficou desempregada, assim como eu. Quero saber das propostas que o Danilo tem para geração de emprego na cidade.

Danilo Caruso – A gente tem propostas concretas e que funcionam. Primeiro, é a questão da economia solidária, que estimula o cooperativismo, para prover fonte de renda e de trabalho. Isso pode ser feito com custo baixíssimo. Para começar, teria que ter um Fórum da Economia Solidária, que em Volta Redonda não tem. Além disso, a gente tem que fazer planejamento estratégico que não é feito. E as universidades públicas fazem esse serviço de graça. Então, com esse planejamento a gente possa ver as capacidades do município e desenvolver as áreas de maior atuação, como empresa de tecnologia. A gente pega essas pessoas, junto com a economia solidária, cria alternativas para um desenvolvimento econômico na nossa cidade. A gente não pode ficar dependendo só de uma atividade, como a CSN, porque a gente não sabe como vai ficar a siderurgia daqui uns anos. A prefeitura tem que levar as propostas para os fóruns no Brasil e fomenta que as pessoas trabalhem nas áreas em que elas tenham formação. E não acontece porque a prefeitura não tem iniciativa nenhuma nesse sentido, mas nós temos. Inclusive, teve um seminário sobre economia solidária recentemente na UFF e não tinha nenhum representante da prefeitura.

 

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2 comments

VAI VENDO 7 de setembro de 2016, 22:27h - 22:27

Ele e a América Tereza estão prometendo coisas difíceis de serem atingidas em 04 anos.

O Temer está mandando reforma da Previdência para o Congresso. Estão tirando muitos direitos trabalhistas e ainda por cima está esperando (GANHAR MUITOS VOTOS NO PMDB) para aumentar impostos.

Esses dois candidatos estão levando isso em consideração para essas propostas sonhadoras???

VAI VENDO 7 de setembro de 2016, 22:23h - 22:23

Boas as propostas do candidato, apesar de ser um sonho.

Como dar passagem de graça a todos os usuários atuais e os que se agregarão? Proposta melhor do que a do Zoinho 4 anos atrás.

Ensino integral da creche ao Ensino Médio? E tendo de ampliar as atuais escolas?

O candidato acha que a PMVR tem uma ótima arrecadação e nem ventila a situação econômica crítica do país e as dívidas da PMVR.

Acorde desse sonho, candidato!

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