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Pesquisadores analisam danos ambientais em pedreiras de Volta Redonda

Matéria publicada em 3 de maio de 2019, 08:57 horas

 


Volta Redonda – Pesquisadores de duas universidades públicas, da área de geociências, foram a campo em projeto de estudos em três pedreiras, em Volta Redonda. O objetivo é entender como os fenômenos geológicos se comportam nas pedreiras, segundo o professor e doutor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Clauzionor Silva., lembrando que as Pedreiras da Voldac, ‘Folha Verde’ e a Pedreira Volta Redonda, foram escolhidas por conta dos imponentes maciços rochosos que possuem relevância científica.

– Muito interessante, os paredões elevados, seus planos, fraturas e tipo de falhas nos levam relacionar a paisagem, os relevos, o Rio Paraíba e sua curva, e assim como morfologia que se apresenta – explicou o pesquisador, o trabalho é parte do projeto do CENPES (Centro de Pesquisa da Petrobrás) e UNESP (Universidade Estadual Paulista).

Ainda segundo outra pesquisadora, Silva Real, geóloga e mestranda em geociências e meio ambiente, o estudo pretende investigar os lineamentos e zonas de fraturas principais e regionais, buscando sua caracterização tectônica e evolutiva.

Voldac

Uma das localidades que vem sendo objeto de estudos de técnicos de diversas é a Pedreira da Voldac, em Volta Redonda, que vem sendo analisada através de parceria entre pesquisadores e equipe multidisciplinar do MEP (Movimento Ética pela Política). O local volta, inclusive, a ser visitado neste próximo domingo (5), para nova análise e estudo ambiental.

O ambientalista, João Paulo de Souza, disse que esses estudos propiciam análise da geometria da área, erosões, o maciço rochoso, aspectos da fauna e flora, o entorno hídrico e as edificações lindeiras, além dos aspectos da segurança e acesso ao local.

Além das abordagens sobre a Pedreira da Voldac, pesquisadores analisam ainda aspectos geotécnicos da área na linha do tempo, mapas de curva e geoprocessamento, do Trabalho de Conclusão de Curso “Parque de Lazer da Pedreira do Retiro: uma proposta de grande envergadura”, da arquiteta, Paola Amorim (UGP-Ferp).


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9 comentários

  1. Avatar

    Gente não esqueça da área verde número treis do Monte Castelo, vai virar uma Muzema igual do Rio de Janeiro, construção sem um pingo de responsabilidade, com certeza será um perigo eminente, até agora ninguém fez nada será que é esperar-se acontecer uma tragedia. Poder público quando enchergarao???

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    Geraldo dos Santos

    Esse estudo parece mais água de azeitona, pedreira voldac desativada a mais de 30 anos, promovam estudos escandalosos como a poluição da CSN, os drjetos jogados no Paraíba do Sul, ninguém toma atitude contra a CSN que pratica crime ambiental o ano inteiro.
    Vão procurar uma lavagem de roupa.

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    Gostei das duas respostas.Fernando e Zé do Bairro.

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      José Luzia da Silva Júnior

      Júnior Silva.
      Acredito que uma sociedade só cresce culturalmente para atingir uma boa qualidade de vida, se os seus agentes trabalharem para o bem comum. A pesquisa da Pedreira da Voldac e o trabalho da arquiteta Paola Amorim tem o objetivo de proporcionar ao cidadão Voltaredondense e aos de cidades circunvizinhas, a possibilidade de lazer que lhes tragam os sentimentos de auto estima e felicidade. Ter lugares que proporcionem às pessoas o contraditório dos seus dias de labuta é ter atenção para a construção de uma sociedade mais feliz, mais solidária entre os seus.

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      Danos ambientais??????? Dá uma olhadinha no ar, nas radiografias da população, nas estatísticas de atendimento por doenças respiratórias, nas emergências dos hospitais, Quando a briga é mais em cima não tem uma matéria … fala sério, que medo é esse?!!!

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    TEM QUE ANALISAR E O DANO DO BARULHO NO TRANSITO NA CIDADE DE VR
    PALHAÇADA
    TEM COISA MAIS IMPORTANTE PARA PESQUISAR NA CIDADE

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      Cada especialista com sua importância, ô sindico! Geólogo não vai fiscalizar poluição sonora do trânsito.

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      Os danos são bem conhecidos, desde surdez a problemas neurológicos.
      E é fácil resolver a questão do barulho no trânsito.
      1. Apreenda as motos e carros com escapamentos irregulares.
      2. Multe quem usa buzina fora das situações regulamentadas na legislação e quem utiliza som alto.
      Seria simples, só fazer cumprir a lei.

      Mas isso não pode fazer, pois vão alegar que o governo só faz isso para tirar dinheiro do cidadão comum, trabalhador, honesto, pagador de impostos, etc etc etc.

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      Se todos pensassem como esse “sindico”, jamais teríamos Aristóteles, Galeno, Pitágoras, Arquimedes, Einsten, Curie, Lavoisier, Charles Darwin, Lineu, Da Vinci, Santos Dumont, dentre tantos outros… Eram todos nerds que só se preocupavam com besteira, nada faziam de “útil”… Ainda bem que nem todos são como esse síndico…

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