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Pezão decreta estado de emergência na saúde

Matéria publicada em 24 de dezembro de 2015, 11:25 horas

 


Solução: Pezão decretou emergência na saúde pública fluminense

Solução: Pezão decretou emergência na saúde pública fluminense

io – O sistema de saúde do Rio está oficialmente em estado de emergência. A medida foi assinada na noite desta quarta-feira (23) pelo governador, Luiz Fernando Pezão, após reunião com o secretário de atenção à saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, que se comprometeu a liberar um grande aporte de insumos para os hospitais estaduais, a partir desta quinta-feira (24).

O estado de emergência desburocratiza e agiliza o repasse de recursos federais ao estado.

Pezão contabilizou que receberá R$ 297 milhões, entre verbas do governo federal e um empréstimo de R$ 100 milhões oferecido pela prefeitura do Rio. Ele avaliou que, dentro de uma semana, o atendimento no sistema hospitalar do estado deverá estar normalizado. “É o que eu espero e o que nós tratamos com as OS [Organizações Sociais, que gerem os hospitais] e com os nossos colaboradores [funcionários], a quem estamos priorizando em pagar a folha”, disse Pezão.

Beltrame explicou que, entre os insumos doados, estão mais de 200 itens, incluindo materiais de uso intenso nos hospitais, como esparadrapo, luva, gaze, próteses, cateteres e medicamentos. Além disso, foram disponibilizados cerca de 1.500 leitos em hospitais federais para receber pacientes que normalmente seriam atendidos na rede estadual.

“Ao longo deste ano, temos conversado com o governador Pezão. Esse diálogo nunca foi interrompido. Nós estamos anunciando aqui medidas em função de uma crise que se agudizou nesses últimos dias e a gente está dando uma resposta firme do governo federal, porque a preocupação fundamental da presidenta Dilma é com as pessoas”, destacou o secretário.

Referente a uma liminar expedida nesta quarta-feira pelo Tribunal de Justiça, que obriga o governo do Rio a investir 12% da receita em saúde, conforme previsto pela Constituição, sob pena de multa de R$ 50 mil ao estado e multa pessoal de R$ 10 mil ao próprio governador, Pezão disse que vai recorrer da medida. Ele alegou que está fazendo de tudo para investir no setor, mas não há recursos, pois a economia estadual, bastante dependente da exploração petrolífera, foi duramente atingida pela redução no valor do barril de petróleo.

“Vou recorrer sempre. O estado não fabrica recursos, não tem banco, vive da arrecadação de impostos. Hoje, a prioridade é pagar a saúde. Eu não preciso de liminar para aportar dinheiro na saúde”.

 


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6 comentários

  1. O Museu do Amanha…o pAES, o pezao e o Roberto Marinho estao pensando no amanha… e o presente?

  2. Povo brasileiro é muito ignorante e burro mesmo não entende nada e acaba postando oq acha, sendo q quem ferrou com isso tudo, foi o próprio povo por ser ignorante e nossos políticos (todos eles) sem exceção, por nos roubar e pela ganância do próprio ser humano, agora não temos que reclamar aceita e pronto a humanidade é isso ai mesmo nunca vai melhorar pq se melhorássemos não estaríamos caminhando para um fim bem próximo.

  3. A crise econômica bateu às nossas portas. A tal marolinha que foi desdenhada pelo senhor ex presidente, chegou forte e vai demorar a passar. Se nos países europeus, onde o dinheiro público normalmente é tratado com mais rigor e responsabilidade, a crise ainda mostra os seus efeitos danosos, imaginemos como será por aqui.
    Enquanto isso, no nosso Estado do Rio, só para ficarmos em um exemplo, no TCE, órgão que já deveria ser extinto de há muito, alguns motoristas recebem salários absurdos que chegam a R$ 30 mil. Até quando vamos continuar pagando caro, muito caro por esses desgovernos, por esses acintes ?

  4. Olhe bem como ele ainda ri de nós!

    Qua falta faz um governador que conheça a Administração Pública e entenda de Gestão Pública.

    Ele não cumpre a lei que obriga a destinação de 12% para a saúde? O que tem a dizer os seus eleitores?

  5. É Pezão a coisa está preta, não tem dinheiro para pagar o decimo dos funcionários e nem para a saúde, são consequências da queda de receita dos impostos causados pela CRISE ECONÔMICA que a EX: ADMINISTRADORA FALIDA DE LOJINHA DE 1,99 causou. O pior é que você veio a público CONTRA O IMPEACHMENT da EX: ADMINISTRADORA DE LOJINHA.
    ACORDA PEZÃO! Ou MELHOR, AGUENTA PEZÃO!

    • Bastante conveniente decretar estado de emergência. Facilita até um empréstimo “amigável”. Mas chegar a um ponto desse deveria ser no mínimo irresponsabilidade e seus culpados punidos e não chamados de coitadinhos.

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