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Preço da Gasolina nas maiores cidades da região varia entre R$ 5,98 e R$ 4,58

Matéria publicada em 15 de abril de 2019, 14:56 horas

 


Angra dos Reis tem o combustível mais caro e Resende fica com o valor mais em conta

Pesquisar ainda é a maior arma do consumidor para não pagar mais do que o necessário – Foto: Arquivo

Sul Fluminense – Angra dos Reis voltou a contar com a gasolina mais cara entre as maiores cidades do Sul Fluminense. Nas últimas três medições feitas pela ANP (Agência Nacional do Petróleo), a cidade litorânea apresentou o valor mais alto cobrado ao consumidor final. Atualmente, o posto mais caro de Angra vende o combustível a R$ 5,988 e o mais barato a R$ 4,999. Em uma média entre os postos pesquisados no município, esse valor chega a R$ 5,315 e o desvio padrão nos preços praticados é de R$ 0,340.
Por outro lado, o posto mais barato na região está localizado na Via Dutra, em Resende, com a gasolina ofertada a R$ 4,589. O ponto de venda mais caro na cidade das Agulhas Negras tem o litro vendido a R$ 5,149. Ou seja, em média a gasolina custa R$ 4,915 em Resende, com um desvio padrão de R$ 0,144 entre os postos. O motorista de Resende, portanto, deve pesquisar antes de abastecer. Apesar de ter o menor preço por posto e também a menor média de preços, Resende tem um dos pontos de venda mais caros da região.
A pesquisa da ANP aponta ainda um dado curioso: o preço mínimo de Angra é o máximo cobrado entre os postos pesquisados em Volta Redonda. A maior cidade do Sul Fluminense Tem o preço mínimo de R$ 4,749 e o máximo de
R$ 4,999. A diferença entre um posto e outro de Volta Redonda pode alcançar R$ 0,084 e a média fica em R$ 4,930. Em Barra do Piraí, o consumidor encontra o segundo maior valor da região na gasolina, cujo litro é vendido em média por R$ 5,003. O valor mínimo é de R$ 4,854 e o máximo de R$ 5,099. Para fechar, Barra Mansa tem uma média de R$ 4,940 por um litro de gasolina. O valor máximo é de R$ 4,999 e o mínimo de R$ 4,69.
Para chegar aos números, o DIÁRIO DO VALE se valeu da pesquisa feita periodicamente pela ANP. A data final do levantamento é 6 de abril. Ou seja, pode haver variações atualizadas.

Preço vem subindo

A pesquisa da ANP mostra que entre o meio de março e o início de abril o preço da gasolina subiu em praticamente todas as cinco cidades. Em Angra dos Reis, no dia 23 de março o consumidor encontrava o produto em média a R$ 5,156, contra os atuais R$ 5,315. O mesmo ocorreu em Barra do Piraí, que saltou de R$ 4,942 para R$ 5,003. No mesmo período, o motorista de Barra Mansa que pagava R$ 4,865 passou a desembolsar R$ 4,940. Em Resende, o combustível foi de R$ 4,888 para R$ 4,915. Em Volta Redonda houve um movimento diferente. No início do período pesquisado a gasolina estava em R$ 4,900 e chegou a ser vendida a R$ 4,939. No entanto, baixou para R$ 4,930 nos primeiros dias de abril.

 

Consumidores se queixam e confirmam pesquisa

Motoristas que transitam pelas cidades do Sul Fluminense mantêm o clima de indignação pelos preços praticados nos postos de combustível. Todas as pessoas entrevistadas pelo DIÁRIO DO VALE confirmaram que pesquisam antes de abastecer, bem como criticaram a situação do mercado.
– Venho de Juiz de Fora e circulo muito entre Volta Redonda e Barra Mansa quando estou no Sul Fluminense. É muito cara a gasolina. Mesmo mais próximo do Rio de Janeiro, vocês têm um combustível mais caro que nós em Minas Gerais. Não sei se pelo frete ou pela questão dos impostos, mas é mais caro – disse Henrique Mansur, que procura sempre encher o tanque em sua cidade de origem antes de visitar a região.
Mateus Campos mora em Volta Redonda e trabalha em Porto Real. Segundo ele, só abastece o carro na estrada e em algumas vezes chega a ir a Resende para encher o tanque. Certa vez, contou, chegou a ir até Queluz-SP para comprar gasolina com amigos. “A diferença entre Volta Redonda e as cidades mais para perto de São Paulo chega a quarenta ou quarenta e cinco centavos. Nem penso em abastecer aqui”, contou.
Marcio Fernandes Júnior diz que transita muito entre Volta Redonda e Barra Mansa e dispara: “pelo que vejo, os preços são muito parecidos em todos os postos”. Ele, que trabalha como DJ, afirmou que pesquisa antes de abastecer. “Tem três postos que abasteço, preferencialmente onde o preço do combustível está abaixo da média. Mesmo assim em comparação com outras cidades está alto”, contou.


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6 comentários

  1. Avatar

    O Brasil vai parar denovo , Já estão anunciando aumento no preço do óleo diesel . A Petrobrás é estatal e tem um grupo de acionistas atiçando O governo Bostamerda para voltar atrás e manter política de aumento dos com variação do dólar… Um alerta os caminheiros irão parar o Brasil novamente. Cadê o trem de passageiros ? Porque com a implantação do trem de passageiros a metade da frota de veículos diminuí . Estamos vivendo uma ditadura capitalista . Com implantação do trem de passageiros ,O povo terá o mesmo benefícios dos empresários .No momento só os empresários tem o privilégio de transportar seus produtos e matérias primas, Sem pagar pedágio, sem pagar estacionamento, sem balança da ANTT, Sem pardal de velocidade , Fim da ditadura capitalista.

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    Antonio Carlos Peludo

    Fico me perguntando onde esta o MP?. Precisa ser provocado? As provas estão ai,mas é perigoso. Dizem por ai que é a maior lavanderia de dinheiro do RIO. todos sabem e nada fazem

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    Volta Redonda que eu quero

    O governo federal tem que tabelar os impostos em todos os combustíveis…

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    gosolina vai a 10l, vao bater panelas seus coxinhas

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    Morar num estado corrupto, cuja a fiscalização contra os carteis de postos é inexistente e com a maior cobrança de ICMS (34%) sobre a gasolina, dá nisso. Os manés pagam a conta.

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    Isso é um cartel, veja o valor da gasolina em Volta Redonda, um absurdo, em Lorena/SP o valor é bem menor e uma vez que no RJ fica a refinaria é um absurdo.

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