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Prefeito de Resende diz que reavaliação de restrições depende do cenário epidemiológico

Matéria publicada em 27 de março de 2020, 12:05 horas

 


Resende – O prefeito de Resende, Diogo Balieiro Diniz, afirmou que as medidas adotadas pelo município, como o distanciamento social para evitar a disseminação do coronavírus, são “duras e restritivas”, mas que o município segue os protocolos do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde no combate e prevenção à doença. Ele garantiu que a prevenção pode evitar o colapso no uso de leitos hospitalares do município, e que em breve estas restrições poderão ser reavaliadas.

– Acredito que nos próximos dias, diante de um cenário epidemiológico mais concreto, mais definido, vão poder ser avaliadas as revisões, com segurança, de algumas medidas relacionadas à atividade econômica na cidade – disse o prefeito, através das redes sociais.

O prefeito reafirmou que o mais seguro para o momento é permanecer em casa.

– Nossa prioridade é proteger a vida e a saúde de cada cidadão que aqui reside e garantir o bem estar de todas as famílias de Resende. Aproveito para agradecer aos resendenses pela compreensão. Esse desafio não é só de uma cidade, é um desafio de todo o mundo. Juntos, seguindo todas as orientações, vamos conseguir superar tudo isso; Neste momento, o mais seguro continua sendo ficar em casa – concluiu.

Colapso

A prefeitura de Resende fez ainda uma projeção do que pode resultar em uma espécie de colapso na rede de saúde do município, caso a doença se espalhe nos mesmos níveis vistos em outros lugares do mundo.

Segundo o informe, Resende conta hoje com 131.341 habitantes e que não há risco de todos serem infectados. “Se 10% dos moradores de Resende forem infectados, teremos cerca de 14 mil pessoas contaminadas pelo vírus. Dessas 14 mil pessoas, aproximadamente mil poderão desenvolver a forma grave da Covid-19”, aponta o comunicado.

“Cerca de mil pessoas podem precisar de tratamento intensivo, mais os pacientes graves de outras doenças. Resende conta com 65 leitos de UTI, incluindo os pediátricos, públicos e privados”, alerta.


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5 comentários

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    Em tempo: a Terra não é plana.

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    Quem pode e está fira da faixa etária de maior risco tem que voltar a trabalhar, a atividade economia vai entrar em colapso e o efeito será bem pior do que o vírus.

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    BOA TARDE PREFEITO E SUA EQUIPE. ESTÃO. DE PARABÉNS.CONTINUE ASSIM. QUE ESTA CONTRA SÃO OS QUE TEM DINHEIRO E O DEUS DELES E O DINHEIRO. NÃO ESTÃO LIGADO PARA QUE PODE MORRE. PORQUE COLOCA O POVO PARA TRABALHAR E FICA DE BOA SE CUIDANDO E CADA DIA MAIS RICO.

    PARABÉNS PELA ATITUDE MUITOS ESTÃO
    FELIZ COM O SENHOR PREFEITO. FORÇA PREFEITO DEUS TE PROTEJA.

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      Quem depende de trabalhar pra ter algum dinheiro também torce para que aos poucos a cidade volte. Fácil falar quem tem salário garantido. Difícil é se colocar no lugar do outro que já não tem comida em casa e precisa pedir a Deus que o sustente.

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      Juliana,
      Te dar segurança alimentar é obrigação do governo federal, é o minimo que ele pode fazer em uma situação como esta, nós estamos em situação de guerra é só abrir os olhos e ver o que está acontecendo no resto do mundo, a economia mundial será severamente afetada, o mundo inteiro está preocupado em salvar vidas e dar condições para os seus cidadãos passarem por este momento difícil, e nós não podemos ir na contramão do mundo. Não tem como o Brasil sair ileso desta crise, independente do caminho a ser tomado sentiremos os efeitos desta crise, então vamos optar pelo caminho que comprovadamente salva mais vidas. Boa sorte e que Deus esteja conosco.

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