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Procon de Barra Mansa já autuou três supermercados por aumento abusivo

Matéria publicada em 1 de abril de 2020, 23:56 horas

 


Barra Mansa – Diante da pandemia da Covid-19, que obrigou o município a decretar somente a abertura de comércios essenciais, o Procon de Barra Mansa está trabalhando de forma intensa para fiscalizar e impedir o aumento de preço abusivo de alguns produtos, por parte dos supermercados. Nos últimos dias, conforme explicou o gerente do órgão, o advogado Felipe Goulart da Fonseca, três estabelecimentos foram autuados após denúncia de consumidores. Por dia, o Procon tem recebido uma média de 40 a 50 denúncias.
– O órgão tem feito fiscalização diariamente, inclusive aos finais de semana, e verificando se existe algum abuso nos preços. Funciona da seguinte maneira: nós pedimos notas fiscais e observamos se houve abuso ou se os estabelecimentos só estão mesmo repassando o aumento de seus fornecedores. Três supermercados já foram autuados e nós iremos continuar trabalhando para que o consumidor de Barra Mansa seja respeitado. Os abusos não serão tolerados – afirmou Fonseca.
De acordo com ele, o leite e o ovo foram os principais itens denunciados como tendo os preços alterados abusivamente. Em um dos supermercados o preço da cartela dos ovos, com 30 unidades, estava custando R$ 20,80, sendo que até poucos dias o preço médio era de até R$ 11 reais.
– Todos os itens, como o arroz, por exemplo, nós temos verificado um aumento, que normalmente é do fornecedor, mas, infelizmente, alguns estabelecimentos abusam desse fato para subir outros produtos – acrescentou Fonseca.
Com relação ao preço do alho, que de acordo com o gerente também vem sendo alvo de reclamações dos consumidores, o advogado explicou que até algumas semanas o produto era repassado ao consumidor por R$ 20 reais e que hoje está sendo comprado, dos fornecedores, pelo valor de R$ 24.
– Temos noticias de outros revendedores vendendo a R$ 29 reais. Eu não sei se vai ser mantido esse preço, mas acredito que ainda suba mais – disse o gerente.
Questionado sobre denúncias de preços abusivos de álcool em gel, Fonseca explicou que o órgão tem recebido muitas reclamações, no entanto, a alta do produto, diante da grande procura, está realmente acompanhando o valor repassado pelos fornecedores.
– Antes as empresas compravam o vidro de álcool em gel por R$ 3,90 e revendiam a R$ 6,90, o vidro de 100 ml. Hoje, diante da pandemia, estão comprando pelo preço médio de R$ 10 a 12 reais e revendendo a R$ 15. O preço está caro, mas acompanhando o fornecedor – finalizou o gerente.
As denúncias podem ser feitas pelo telefone (24) 988-24-7369

 

Por Roze Martins

 

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13 comentários

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    E o de Volta redonda aqui na Paulo de Frontin?. Um verdadeiro assalto. Colocam promoções, com desculpa de sempre; Os caminhões estão chegando…

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    Mas aí os estabelecimentos podem alegar que estão recebendo dos fornecedores com custo mais alto, o que é de se imaginar, tendo em vista que até as zonas produtoras e distribuidoras devem estar com falta de mão de obra… Abuso certamente há, dificil é delimitar em cifras…

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      Você é inocente ou o quê? É claro que tem malandragem do comércio, não só aqui, mas no mundo todo. E o seu mundinho se resume a Volta Redonda e Barra do Piraí, sua terra. Espero que você fique na tua casa, já que é idoso e Barra do Pirai é uma cidade pobre e sem recursos.

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    Desqualificado Braga Lula da Silva

    No Brasil isso? Fala sério!!!

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    Podia dizer o nome dessas empresa.

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    Tem que ir no poupe da santa cruz preços das coisas tá o dobro do preço normal , tentei ligar pro 156 não obtive resultado, alô fiscalização da um pulinho lá no poupe da santa cruz por favor

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    Certas pessoas, aproveita das desgraças de outras para se dar bem.

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    Meu nome é Zé Pequeno!

    Bom dia! O PROCON deveria fazer a mesma ação em Resende visto que há produtos como o leite, alho, etc que simplesmente dispararam os preços.
    Ocorre que o vilão agora não são mais os combustíveis cujos preços reduziram, os caminhoneiros estão transportando as mercadorias, etc.
    Acrescenta-se o fato de existir certos produtos, tais como: sabão em pó, pães, biscoitos,etc cujo peso simplesmente estão sendo reduzidos.
    Aí fica fácil, não é mesmo!?

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    Bom dia, e porquê não fiscalizar o fornecedor, já que ele é o vilão.

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      pq fiscais do procon fiscaliza o comércio e não a indústria e a industria pode alegar que está faltando os produtos para a fabricação do mesmo o que é válido o aumento dos preços, o que não pode e é objeto do procon é comprar um produto por 2 reais e vendar por 30 reais, pois isso é crime.

      uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, não junte situações diferentes para um mesmo problema, pois não são.

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    O Supermarket da Domingos Mariano (antigo Floresta), costuma deixar os cartazes de promoção na frente do supermercado por dias, sem se preocupar se ainda tem estoque, só pra atrair e enganar o consumidor. Dias desses, colocoram um cartaz de promoção de papel higienico com 16 rolos a 9,99 por 4 dias, de sábado a terça-feira, e não tinha nada desse item lá dentro. Avisei à funcionária que fica na entrada e ainda levei uma patada da mal humorada. Parei de entrar lá.

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      MARIA DAS GRAÇAS AMORIM

      NUNCA COMPRO NESTE MERCADO ACHO ELE MUITO SUJO E OS COLABORADORES MAL EDUCADOS. ESTAVA PASSANDO POR PERTO DE UM E ME LEMBREI QUE ESTAVA FALTANDO OVOS EM CASA CAÍ NA BESTEIRA DE COMPRAR LÁ CHEGANDO EM CASA A METADE ESTAVAM PODRES. TEREMOS QUE AGIR ASSIM NÃO ENTRANDO MAIS NESSES ESTABELECIMENTOS QUE NÃO TENHAM A MENOR CONSIDERAÇÃO COM SEUS CLIENTES: ATT: GRAÇA AMORIM

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      Desqualificado Braga Lula da Silva

      É a verdadeira c@g#d@!!!

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