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Reajuste do Bolsa Família será anunciado ainda este mês

Matéria publicada em 16 de março de 2018, 08:35 horas

 


Ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra (crédito AB)

Ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra (crédito AB)

Brasília – O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, afirmou, no Palácio do Planalto, que o reajuste do Bolsa Família será anunciado ainda este mês. Questionado sobre o valor, ele disse que será maior que a inflação, mas que o percentual ainda está sendo definido.

“Provavelmente [o reajuste] vai ser anunciado agora no mês de março e deve vigorar provavelmente no final de abril ou maio. A ideia é dar um reajuste acima da inflação. E estamos estudando uma forma de compensar o aumento do preço do gás, mas ainda não está acertado [como isso será feito]”, disse o ministro. Perguntado por jornalistas se o reajuste será de 5%, ele chegou a dizer que poderia ser esse valor “ou mais”, mas reiterou que a questão ainda estava sendo definida.

O ministro falou com a imprensa essa noite após cerimônia do Plano Progredir, que tem ações de capacitação, incentivo ao empreendedorismo e acesso ao mercado de trabalho e vai disponibilizar R$ 3 bilhões por ano em linha de microcrédito para o público-alvo investir em pequenos negócios. A ideia do governo com o Progredir, disse o ministro, é fazer com que as famílias que recebem o Bolsa Família “percam o medo” de ter empregos formais.

Com o plano, famílias continuam recebendo o benefício por dois meses após firmarem contrato de trabalho formal. E, mesmo deixando o Bolsa Família após esse período, voltam a receber o benefício se perderem o emprego.

Na cerimônia de hoje foram divulgados os primeiros resultados do Progredir. Lançado no final setembro, o plano chegou a R$ 1,94 bilhão em microcrédito, além de 68 mil empregos formais e qualificação profissionais de 84 mil pessoas. Terra destacou que o governo Michel Temer encontrou um Bolsa Família que não reduziu a pobreza, justificando a criação de programas auxiliares, como o Progredir.

“A existência dos programas de transferência de renda não foi suficiente para reduzir a pobreza, só [para atenuar] a questão da pobreza extrema. Mas eles não reduziram o número de pobres. A pobreza no Brasil continua intacta. Acho que o Plano Progredir faz parte dessa nova maneira de pensar a questão do Bolsa Família”, destacou.

 


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3 comentários

  1. Avatar

    É isso aí. Vc trabalha 35 anos recolhendo para o INSS, e tem reajuste de 2 % . Para a turma do bolsa, que não trabalha, e ficando atoa, faz mais filhos, terão aumento de no mínimo 5% . O Brasil ACABOU. SE EU FOSSE MAIS NOVO ME MANDAVA.

  2. Avatar

    Esses SALAFRÁRIOS quer acabar com trabalhadores. Quero ver quem irá sustentar corja?! Aumento salarial para trabalhador foi deboche, ironia, desrespeito, etc. Ah! Lembrei TRABALHADOR não usa Gás, come , mora e tem família!

  3. Avatar

    Aí eu pergunto! Vale a pena trabalhar igual um burro e ter o salário mínimo reajustado em 1,8% ou não trabalhar e receber bolsa família e ter reajuste anual bem maior?
    Com a resposta: o povo!

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