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Região tem sete suplentes bem colocados para assumir mandato

Matéria publicada em 6 de janeiro de 2019, 07:00 horas

 


Chances de cada um ainda dependem de articulações políticas e de possíveis mudanças no resultado da eleição

Sul Fluminense – Embora a região tenha tido um desempenho abaixo do tradicional nas eleições de 2018, a quantidade de suplentes bem posicionados pode resultar em aumento do número de representantes do Sul Fluminense na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj).

Há quatro candidatos que ficaram na primeira suplência, um que ficou na segunda, um na terceira e um na quarta. Isso significa que, para os quatro que estão na primeira suplência, basta que um deputado efetivo de sua coligação se afaste para exercer outro cargo ou deixe a Alerj por qualquer motivo que não seja a cassação do registro para eles assumirem.

Estão nessa situação Noel de Carvalho (PSDB), que tem base eleitoral em Resende, Eurico Junior (PV), que é de Valença, Célia Jordão (PRP), de Angra dos Reis e o vereador voltarredondense Dinho (Patriota). Outro vereador voltarredondense, Jari (PSB) é o segundo suplente de sua coligação. O ex-prefeito de Volta Redonda Paulo Baltazar (PDT) é terceiro suplente. Já o voltarredondense Munir (PTB), irmão do ex-prefeito Antônio Francisco Neto, é o quarto suplente de sua coligação.

Possíveis mudanças

A composição da Alerj ainda pode mudar. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) diplomou, no dia 18 de dezembro, os eleitos aos cargos de governador e vice-governador, senador e deputados federal e estadual.
O governador eleito, Wilson Witzel, o seu vice, Claudio Bomfim de Castro e Silva, o deputado federal mais votado, Helio Fernando Barbosa Lopes, e os senadores Flávio Bolsonaro e Arolde de Oliveira, além dos suplentes para o Senado, receberam seus diplomas das mãos do presidente do TRE-RJ. Os demais candidatos foram diplomados pelos outros integrantes da Corte Eleitoral fluminense.

A diplomação é o ato pelo qual a Justiça Eleitoral atesta que o candidato foi efetivamente eleito pelo povo e, por isso, está apto a tomar posse no cargo. Os diplomandos que não puderam comparecer na cerimônia desta terça-feira podem retirar o diploma na Sede do TRE-RJ. A legislação eleitoral permite ainda a entrega do diploma por meio de procuração.

Dos setenta deputados estaduais eleitos, seis não foram diplomados no dia 18, por estarem presos, mas tiveram a oportunidade de retirarem seus diplomas por procuração. No dia 2 de fevereiro, será a posse dos deputados estaduais. Nesse ato, porém, não é permitido ser representado por procurador. No entanto, brechas no regimento da Alerj permitem que o parlamentar demore até sessenta dias para assumir o mandato. Isso “empurraria” a solução definitiva do caso para o início de abril. No entanto, o Ministério Público Eleitoral e o próprio TRE ainda causar mudanças na composição da Alerj, já que há processos em andamento que podem causar um recálculo dos resultados da eleição.


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Um comentário

  1. A vitória dos derrotados?…

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