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Reino Unido quer que estudantes voltem para casa no Natal

Matéria publicada em 28 de setembro de 2020, 07:42 horas

 


Autoridades estão preocupadas com necessidade de novas restrições

Londres / Bruxelas – O governo britânico quer que os estudantes universitários voltem para casa no Natal, disse o ministro da Cultura, Oliver Dowden, nesse domingo (27), em meio a preocupações de que novas restrições à movimentação sejam necessárias para conter o número crescente de casos do novo coronavírus.

Surtos da doença forçaram algumas instituições a pedir aos alunos – muitos dos quais estão longe de casa e pagando milhares de libras em taxas por acomodação e ensino – que se isolassem em seus quartos e acompanhassem as aulas online.

O ministro da Saúde, Matt Hancock, disse na quinta-feira (24) que não poderia descartar um pedido aos estudantes para que fiquem no campus durante o Natal, como forma de evitar que o vírus se espalhe.

“Eu quero muito que os alunos possam voltar para casa no Natal”, disse Oliver Dowden à Sky News. “Faltam três meses para o Natal. Anunciamos uma série de medidas. Estamos constantemente mantendo essa situação sob análise.”

O governo enfrenta a inquietação de alguns de seus próprios congressistas, que pressionam para que o Parlamento tenha mais voz sobre as restrições relacionadas à covid-19, inclusive por meio de uma emenda apresentada pelos congressistas Graham Brady e Steve Baker. O Partido Trabalhista, de oposição, indicou que poderia apoiar esse movimento.

Novas medidas locais de lockdown devem entrar em vigor em partes do País de Gales na noite desta segunda-feira (29), disse o primeiro-ministro Mark Drakeford, na sequência de restrições adicionais decretadas na capital Cardiff.

Enquanto o governo de Londres tenta evitar novo lockdown nacional, milhões de britânicos vivem sob regras mais rígidas destinadas a limitar atividades que possam gerar contatos entre diferentes famílias.

 

 

As informações são da Agência Brasil *


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2 comentários

  1. Avatar

    Número de casos cresce entre jovens
    O epidemiologista André Patricio Almeida, do Hospital Adventista de Manaus, afirmou à Reuters que os casos estão crescendo novamente principalmente entre os jovens, que mostram sintomas leves, mas com frequência passam a doença a parentes mais velhos que precisam ser tratados em hospitais.

    Já um estudo da Universidade de São Paulo identificou que os anticorpos contra coronavírus parecem diminuir após alguns meses, o que pode explicar o ressurgimento de casos em Manaus.

    “Algo que ficou claro em nosso estudo é que os anticorpos contra a SARS-CoV-2 decaem rapidamente meses depois da infecção”, disse uma das autoras do estudo, Leis Buss, em comunicado.

  2. Avatar
    A verdade está lá fora

    Segunda onda em Manaus começou.

    Foi descartada a imunidade de rebanho.

    Resta nos proteger e proteger aos outros com máscaras e álcool em gel, enquanto a vacina não surge.

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