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Reunião debate protocolos de prevenção à Covid-19 na Feira Livre de Volta Redonda

Matéria publicada em 29 de setembro de 2020, 10:19 horas

 


Volta Redonda – Representantes da prefeitura de Volta Redonda e cerca de quarenta feirantes se reuniram na tarde de segunda-feira (28) para definirem o melhor formato para a Feira Livre. O objetivo é manter encontros periódicos entre os feirantes e representantes do poder público para discutir os protocolos de combate à Covid-19. Após uma votação livre, foi decidido que o formato atual, com barracas mais afastadas ainda é a melhor opção para este momento de pandemia.

Foi definido a criação de uma comissão com representantes de todos os setores da Feira Livre para criar protocolos de prevenção à Covid-19 a serem implantados para que tudo possa funcionar no mesmo espaço.

Na reunião, foram citados medidas de combate como a implantação de lavatórios para as mãos, fiscalização sobre o uso de máscara e para coibir aglomeração de pessoas, além da divulgação do tratamento com a Nitazoxanida, que deve ser iniciado até o terceiro dia de sintoma para evitar o agravamento da doença.

O secretário do Gabinete de Estratégia Governamental, Joselito Magalhães; a subsecretária de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Thais Souza; e o diretor do Departamento de Atividades Econômicas e Sociais da Secretaria Municipal de Fazenda, Wagner Jardim Chaves, estiveram presentes na reunião.

Atualizações e cronograma

Feira Livre funciona às terças-feiras, no bairro Retiro; às quartas-feiras, na Sessenta. A feira, que ocorre no Volta Grande às quintas-feiras, foi transferida para a Rua 1050 para garantir o distanciamento das barracas, segundo a prefeitura.

Já na sexta-feira, os gêneros alimentícios e o de vestuário ficaram divididos entre as Ruas 4 e 2, no Conforto. No sábado, os alimentos ficam no local tradicional e o vestuário foi transferido para a Rua da Capela Mortuária. No domingo, o setor de roupas, sapatos e presentes ficou na Rua 14, na Vila Santa Cecília, as barracas de alimentos estão na Rua 60, mesmo local da feira de quarta-feira.

Comissão com representantes da Feira Livre definirá medidas para retorno das atividades em locais tradicionais
(Foto: Felipe Carvalho / Secom VR)


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5 comentários

  1. Do jeito que esta…esta bom..diminuir a aglomeraçao é muito importante nesse momento

  2. Na minha opinião pode e deve continuar do jeito que está. Roupas e sapatos na Vila e comestíveis na SESSENTA.
    Dilui o fluxo de pessoa concentradas.

  3. Engraçado, vender dvd pirata na feira não pode, mas vender camisa falsificada, contrabando pode? Qual a lógica nisso! E o mercado popular ? Tá pior que 25 de março, tudo liberado! VR sem lei mesmo. Aí o rapaz quer vender mandioca no carrinho a guarda vai e apreende. Vai entender.

    • De trivela na orelha

      Você decide: está reclamando da mandioca ou da camisa falsificada?

      Porque camisa falsificada é crime previsto no artigo 175 do Código Penal, podendo vir acompanhado do crime de descaminho.
      DVD pirata é crime previsto no artigo 184 do mesmo código, mas há divergências em julgados.
      Quanto a mandioca. A mandioca é preciso licença municipal para vender em logradouro público, e é prevista a apreensão.
      O que diverge a mandioca do dvd e da camisa falsificada?
      Simples.
      A mandioca cabe a Guarda Municipal apreender, também.
      DVD pirata e camisas falsificadas competem a polícia civil investigar e apreender as mercadorias, que servem como prova para tipificar crime previsto no código penal.
      E o crime de descaminho, é de responsabilidade da receita federal, e se comprovado a origem em território nacional, a respectiva receita estadual.

      Expliquei para o senhor, ou quer fazer concurso e aprender a fazer uma crítica fundamentada?

    • trivela jantou o jao kkkkkk

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