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Trump visita Afeganistão e diz que EUA estão reiniciando conversações

Matéria publicada em 29 de novembro de 2019, 08:45 horas

 


Washington – O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, fez uma visita não anunciada ao Afeganistão. Ele saudou as tropas americanas e anunciou o reinício das conversações de paz com o Talibã.

Trump viajou no avião presidencial Air Force One, no estado americano da Flórida, onde se encontrava durante o feriado de Ação de Graças. Chegou ao Afeganistão a quinta-feira, em sua primeira visita ao país desde que assumiu o poder.

Trump fez um pronunciamento para norte-americanos que trabalham em uma base aérea na periferia da capital do país, Cabul. Ele manifestou gratidão às Forças Armadas dos Estados Unidos e disse: “Os membros do Talibã desejam realizar um acordo e estamos nos reunindo com eles”.

Analistas afirmam que a visita de Trump tem a intenção de expandir o apoio dos eleitores na eleição presidencial americana do ano que vem.

Talibã

Integrantes de alto escalão do Talibã confirmaram que as negociações de paz com os Estados Unidos foram reiniciadas.

Eles disseram à agência NHK que se encontraram com negociadores americanos, incluindo o enviado especial Zalmay Khalilzad, no início de novembro, em Doha, capital do Catar, onde o Talibã mantém um escritório político.

Acrescentaram que houve discussões intensas sobre formas de reduzir a violência no Afeganistão e estabelecer um cessar-fogo. Afirmaram ainda que discutiram intercâmbios de prisioneiros, entre os quais seriam incluídos combatentes do Talibã.

No ano passado, o governo americano manteve negociações de paz com o Talibã e concordou, em princípio, em esboçar um plano de paz que incluiria a retirada parcial das tropas americanas.

Trump, no entanto, suspendeu as negociações em setembro, após ataque de um carro-bomba em Cabul, que resultou na morte de 12 pessoas, incluindo um soldado americano. O Talibã reivindicou a responsabilidade pelo ataque.

A esperança de um reinício das negociações de paz aumentou este mês, quando o Talibã libertou dois reféns, incluindo um professor universitário norte-americano. A mobilização surgiu após o governo do Afeganistão ter libertado três membros de alto escalão do Talibã.

*Informações da Agência Brasil


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