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Vigilância Ambiental realiza megaoperação de combate ao Aedes aegypti em sete bairros de Volta Redonda

Matéria publicada em 5 de fevereiro de 2021, 13:16 horas

 


Vila Brasília e entorno apresentaram alto índice de infestação do mosquito transmissor da dengue

A ação educativa e de eliminação de possíveis criadouros do mosquito foi motivada após o resultado do LIRAa – Foto: Divulgaçao PMVR.,

Volta Redonda- Após confirmar com o resultado do LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti),  que alguns bairros apresentaram índice de infestação do inseto de 7,8%, considerado bastante elevado, a Vigilância Ambiental de Volta Redonda, ligada à Secretaria Municipal de Saúde deu início a uma megaoperação de combate ao Aedes aegypti – transmissor de doenças como a dengue, zika e Chikungunya, nos bairros Vila Brasília, Mariana Torres, Coqueiros, Vale Verde, Belo Horizonte, Fazendinha e Nova Esperança.

A ação educativa e de eliminação de possíveis criadouros do mosquito foi motivada após o resultado do LIRAa, confirmar que os bairros da localidade apresentaram um índice de infestação do inseto bastante elevado; enquanto Volta Redonda apresentou risco médio, com 3,4%. A atividade também conta com apoio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (SMI).

De acordo com a coordenadora da Vigilância Ambiental, Janaína Soledad, a estimativa é que a megaoperação dure cerca de duas semanas, intercalando ações educativas com a eliminação de focos e possíveis criadouros do mosquito.

“A ideia é eliminarmos de dentro dos domicílios os criadouros de depósitos móveis, que são aqueles objetos que ainda têm alguma utilidade para o morador, como por exemplo: pratos de plantas e bebedouros de animais. E também eliminar os inservíveis que são os lixos, garrafas PET e materiais que não possuem mais serventia e acabam se tornando criadouro do mosquito. Os agentes de endemia passam fazendo toda a parte educativa e, em seguida, a Secretaria Municipal de Infraestrutura recolhe esses materiais”, explicou a coordenadora da Vigilância Ambiental.

Desde o início da operação de combate ao mosquito, que começou esta semana, os agentes visitaram 402 residências, com 12 focos do Aedes aegypti, sendo que em quatro imóveis houve a recusa do morador em receber os funcionários da Vigilância Ambiental. O serviço vai terminar quando os agentes percorrerem todos os bairros da localidade.

Janaína aproveitou para fazer um alerta sobre a importância da vistoria semanal nas residências para se quebrar o que chamou de “ciclo de vida do mosquito”.

“O período quente e úmido, que intercala chuva com dias de altas temperaturas, faz o Aedes se reproduzir com maior intensidade. O tempo de eclosão dos ovos varia entre sete e dez dias, por isso, a eliminação de possíveis criadouros semanalmente interrompe o ciclo de vida do mosquito, impedindo que se tornem adultos transmissores da dengue, zika e chikungunya”, orientou.

Dicas

Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia; lave potes de água para animais com escova ou bucha; deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo; pneus devem permanecer cobertos; não se esqueça da limpeza de calhas, piscinas e ralos; plantas como as bromélias podem acumular água. Esses fatores são responsáveis por 13% dos criadouros encontrados durante o LIRAa em Volta Redonda


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2 comentários

  1. Ué, eu achei que os mosquitos da dengue haviam morrido de covid. Ninguém mais fala em dengue, só covid…

  2. Pra que? Ninguém mais morre de dengue ou de qualquer outra coisa. Só de covid.

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