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Vigilância em saúde Ambiental de Barra Mansa registra queda nos casos de dengue

Matéria publicada em 3 de maio de 2022, 15:56 horas

 


Casos de Zika Vírus e Febre Chikungunya se mantém estáveis se comparados aos dois últimos anos

Segundo informações do Setor de Epidemiológica, os registros apontam até o momento, para uma baixa da doença, já que em 2021, foram notificados 777 casos para 377 confirmações – Foto: Paulo Dimas(PMBM).

Barra Mansa- Enquanto o Brasil enfrenta um surto de dengue com aumento de 113,7% dos casos prováveis da doença até abril deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, Barra Mansa registrou no primeiro quadrimestre de 2022, 38 casos suspeitos e sete confirmados.

Segundo informações do Setor de Epidemiológica, os registros apontam até o momento, para uma baixa da doença, já que em 2021, foram notificados 777 casos para 377 confirmações.

O resultado, segundo análise do coordenador da Vigilância em Saúde Ambiental, Antonio Marcos Rodrigues, é bastante favorável e reflete a expressiva atuação das equipes de combate ao mosquito Aedes aegypti. “Nossos colaboradores, independente do período do ano, percorrem as residências buscando orientar os moradores sobre a importância de manter os quintais limpos, livres de recipientes que possam favorecer o acúmulo de água parada, ambiente propício para o desenvolvimento das larvas do mosquito”, lembrou.

A dengue é caracterizada por febre alta, erupções cutâneas e dores musculares e nas articulações. Nas formas mais graves, pode causar hemorragia interna em órgãos e tecidos e levar à morte.

ZIKA VÍRUS – Sobre os casos da Zika Vírus no município, os números se mantém estáveis até o momento, com um caso confirmado para a doença nos anos de 2020, 2021 e 2022.

Também transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, a doença tem entre osprincipais sintomas dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos.

FEBRE CHIKUNGUNYA –  Com referência à Febre Chikungunya, que também é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e o Aedes albopictus, Antônio Marcos, destacou que os números sofreram poucas alterações, se comparado aos últimos anos. Em 2020, foram três notificações para um caso confirmado; em 2021, quatro notificações para um caso confirmado e de janeiro até o momento, uma caso notificado e confirmado.

Os sintomas da Chikungunya podem incluir febre, dor nas articulações, dor muscular, dor de cabeça, dor nos olhos, dor na garganta e fadiga. Em mais de 50% dos casos, a dor nas articulações (artralgia) torna-se crônica, podendo persistir por anos.


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