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Volta Redonda estende horário das UBSs para atender casos leves de síndrome gripal

Matéria publicada em 14 de dezembro de 2021, 12:41 horas

 


As 46 unidades básicas de saúde abrirão das 7h às 17h; três funcionarão até as 22h e cinco até as 19h; pacientes com sinais de gravidade serão encaminhado à rede de urgência do município

Volta Redonda – A Prefeitura de Volta Redonda, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), estendeu o horário de todas as 46 unidades básicas de saúde para atender casos leves de síndrome gripal. As unidades abrirão das 07h às 17h, sendo que três postos funcionarão até as 22h e cinco até as 19h, que também irão abrir aos fins de semana.

Pacientes com sinais de gravidade serão encaminhados a rede de urgência do município – Hospital Municipal do Retiro (HMMR), UPA Santo Agostinho, Hospital Municipal Dr. Nelson Gonçalves (antigo Cais Aterrado) e Serviço de Pronto Atendimento (Cais Conforto). Volta Redonda vem registrando um aumento significativo – nas últimas semanas – de Influenza (gripe), na rede pública e privada, assim como outras cidades da região.

Três unidades da rede de Atenção Primária à Saúde (UBS e UBSF) localizada nos bairros: 249, Volta Grande e Vila Mury ficarão abertas até as 22 horas. A unidade do bairro São João até as 21 horas. Outras cinco unidades: São Geraldo, Siderlândia, Vila Rica/Tiradentes, Santa Cruz e Santo Agostinho vão atender até as 19 horas, inclusive aos fins de semana.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou que o estado do Rio de Janeiro enfrenta uma epidemia de Influenza A. Segundo o coordenador da Vigilância em Saúde de Volta Redonda, médico sanitarista Carlos Vasconcellos, os sintomas de Influenza são semelhantes aos da Covid-19, por isso, os pacientes com sintomas do 1º ao 7º dia são testados para o novo coronavírus.

“Os sintomas de Influenza são: febre alta, coriza, dor muscular, tosse seca e dor de cabeça – similares aos da Covid. O protocolo da secretaria estadual de Saúde recomenda que pacientes com esses sintomas, considerados leves, sejam testados primeiro para coronavírus. Caso negativo, os pacientes receberão orientações para tratamento da Influenza. Já os pacientes com alguma complicação de saúde e que apresentem sinais de gravidade, conforme avaliação do profissional de saúde, esses pacientes deverão ser encaminhados para a rede de urgência do município”, comentou o médico.


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Um comentário

  1. Todos os anos a gente muda a receita da vacina [contra o H3N2]. Para 2022, a OMS [Organização Mundial da Saúde] já mudou. Será a influenza A H3N2 Darwin. É a cepa que a Fiocruz identificou no surto do Rio”, explica Nancy Bellei.

    Celso Granato diz que, mesmo que a vacina deste ano tivesse a cepa Darwin, a imunização contra vírus respiratório não dura mais do que seis meses. “É um surto extemporâneo. A gente não tem surto em dezembro. Juntou tudo: a vacina que não protege muito, tomada há mais de seis meses, e as pessoas que estão deixando de usar máscaras, estão se aglomerando.”

    Segundo os especialistas, o melhor a ser feito neste momento é as pessoas continuarem usando máscaras e evitando aglomerações.
    “Do ponto de vista biológico, não vale a pena orientar as pessoas a se revacinarem. Vale a pena usar máscara, mantendo o distanciamento. São as mesmas recomendações para prevenir a Covid”, afirma a médica.

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