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VR e BM continuam disponibilizando vacina contra a febre amarela

Matéria publicada em 2 de dezembro de 2018, 11:26 horas

 


Ministério da Saúde alerta população para imunização antes do verão e vale para áreas de risco

Vacina: Público-alvo para vacinação contra febre amarela inclui pessoas a partir dos 9 meses de vida (Foto: Arquivo)

Volta Redonda e Barra Mansa – Na semana em que o Ministério da Saúde fez um alerta pedindo para que pessoas que moram em áreas de recomendação da vacina contra a febre amarela, como é o caso do estado do Rio de Janeiro, busquem a dose de forma antecipada no período de verão. As secretarias de Saúde de Volta Redonda e Barra Mansa afirmaram que nos dois municípios a vacina está disponível, de forma ininterrupta. Em Barra Mansa, conforme informou a coordenadora do Setor de Imunização, Marlene Fialho, a campanha está sendo intensificada desde a primeira semana de novembro, justamente como medida preventiva ao período mais crítico e de maior transmissão da doença, que vai de dezembro a maio.
Conforme ela explica, todas as UBS (Unidades Básicas de Saúde) do município estão com a vacina disponível. Além da proximidade da nova estação e do alerta do Ministério da Saúde, Marlene explica que a Secretaria municipal de Saúde também vem alertando sobre a importância da imunização em decorrência de um novo caso da doença, com óbito, recentemente registrado na cidade de Cunha, no Vale Paraíba Paulista.

– A imunização é a única forma de prevenção contra a doença. O período atual é pré-sazonal, e a sazonalidade da doença vai de dezembro a maio. Por isso, é importante que as pessoas ainda não vacinadas procurarem os serviços de saúde – esclareceu Marlene.

Imunização

Ainda conforme destacou a coordenadora, a vacina deve ser tomada com dez dias de antecedência para garantir proteção efetiva.

– Portanto, aqueles que estão se preparando para o período de férias precisam atualizar sua situação vacinal a fim de viajar com segurança – orientou Marlene, acrescentando que a intenção da Secretaria de Saúde de Barra Mansa é intensificar a imunização com foco no aumento da cobertura vacinal devido a facilidade de circulação do vírus. Conforme determina o Ministério da Saúde, a cobertura vacinal para a febre amarela deve ser de, no mínimo, 95% da população.

Em Volta Redonda 218 mil pessoas já foram vacinadas

Em Volta Redonda, conforme informou a Assessoria de Comunicação da prefeitura a vacina faz parte da rotina do calendário vacinal sem interrupções. Hoje, segundo o órgão, cerca de 218 mil pessoas já foram vacinadas na cidade. Para quem ainda não se imunizou, o indicado é procurar o quanto antes um posto de vacinação.

Confira os locais de vacinação

Todas as unidades de saúde estão vacinando de acordo com os dias abaixo: Segunda-feira: UBSF Nova Primavera, São Lucas, Jardim Belmonte, Jardim Cidade do Aço; terça-feira: UBSF Santa Cruz, Dom Bosco, Belvedere, Monte Castelo, Eucaliptal, Siderlândia, Vila Brasília e Conforto; Quarta-feira: UBSF Vila Americana, Roma I, São Geraldo, Vila Rica, Tiradentes, São Carlos, Jardim Paraíba, Açude I, Belmonte, Coqueiros, Mariana Torres, Retiro II; quinta-feira: UBSF Volta Grande, São Luiz, Santo Agostinho, Vila Rica Três Poços, Três Poços FOA, Água Limpa, Roma II, Padre Josimo, Retiro I, Verde Vale, Vila Mury e sexta-feira: UBS Caleiras, Santa Rita do Zarur, Candelária, São João, Rústico, Ponte Alta, Belo Horizonte.

Público-alvo

O público-alvo para vacinação contra febre amarela inclui pessoas a partir dos 9 meses de vida e que não tenham comprovação de vacinação. Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema de dose única da vacina, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), respaldada em estudos que asseguram proteção por toda a vida.
Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 1º de julho e 8 de novembro, foram notificados 271 casos suspeitos de febre amarela em humanos, dos quais 150 foram descartados, 120 permanecem em investigação e um foi confirmado. No mesmo período, foram notificadas 1.079 epizootias – morte de primatas não humanos.
Os dados, de acordo com o Ministério da Saúde, evidenciam a manutenção da circulação viral no período de baixa ocorrência (junho a setembro), quando as baixas temperaturas e pluviosidade geralmente implicam em condições menos favoráveis à transmissão.


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