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Comandante do 28º BPM pede à população que denuncie crimes

Matéria publicada em 29 de janeiro de 2019, 18:42 horas

 


Comandante se reuniu com moradores do bairro Água Limpa
(Foto: Divulgação-PM)

Volta Redonda- A comandante do 28º BPM (Batalhão da Polícia Militar), Luciana Rodrigues de Oliveira, em reunião com representantes da Associação de Moradores do bairro Água Limpa, na noite de ontem (28), solicitou o reforço dos moradores da localidade e de toda à população para contribuir com a PM denunciando, através do Disque-Denúncia, qualquer prática de crime. A Comandante destacou a inestimável importância que é a participação da sociedade na segurança pública, as ligações são anônimas e gratuitas pelo número 0800-0260 667.

– Precisamos contar com a ajuda da população que pode participar denunciando através do nosso canal de Disque-Denúncia – disse.

A comandante frisou com os moradores que todos os esforços da PM serão implementados para que a população se sinta mais protegida, mas não mencionou quando os reforços da Polícia Militar irão se iniciar. A reunião foi marcada devido aos casos recentes de assaltos à mão armada em série, tanto em veículos, quanto em residências e comércio local. Os moradores do Água Limpa solicitaram o reforço no efetivo policial no bairro, onde o medo e a insegurança se tornaram presente.

Redução no efetivo

A tenente-coronel assumiu à frente do Batalhão recentemente, o 28º é responsavél pelas cidades de Volta Redonda, Barra Mansa e Pinheiral. Assim que assumiu o comando, Luciana, informou que o 28º Batalhão teve uma perda considerável do efetivo e isso impactou nas ações de segurança nas ruas. Além disso, alguns policiais tiveram que ser remanejados para determinadas companhias da corporação que cobrem áreas das cidades citadas acima e Rio Claro.

Últimas ocorrências no bairro

Para agravar ainda mais a situação no Água Limpa, além dos chamados “arrastões” que estão espalhando medo nos moradores e motoristas, na semana passada ainda houve um homicídio. Um jovem, de 23 anos, foi morto a tiros na Rua Angélica. A ação dos criminosos no assassinato ocorreu em plena luz do dia, sem qualquer inibição.


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7 comentários

  1. Avatar

    O problema é que o efetivo esta mais interessado em fazer blitz de ipva perto da rodovia do contorno de 12:00 as 15:00 ( que é horario seguro para eles ).
    Do que fazer rondas pela cidade e abordar suspeitos.

    É que assim, cidadões de bens que não conseguem honrar suas contas, é mais facil de catar dinheiro, abordar sem reação etc.

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    Som alto, não serve, né polícia militar?

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    É o que eu sempre falo, a denúncia é primordial.

    Não pense que aquela boquinha de fumo que tem na rua de trás da sua casa é inofensiva. Esses locais concentram e fomentam todo tipo de crime. Ali tem o cara que aluga um revólver para o usuário cometer assaltos, ali se planeja todo tipo de crimes…

    Denuncie sem medo. Uma sociedade melhor começa pelo zelo e segurança de nossa rua, bairro e cidade.

    E a Polícia Civil, que deem a devida atenção às denúncias. Certa vez um amigo denunciou uma boca em um bairro de classe média em VR e nada foi feito.

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      Tem de ocupar o espaço. E o melhor e mais garantido é alguém da associação de moradores fazer isso. O problema é que a presidente da associação de moradores da AL é a mesma de décadas passadas. Ela está cansada e precisa convocar nova eleição. Ela precisa entender que o bairro não pertence a ela, não é sua propriedade.

      Com dizem no bairro que resido: o presidente da associação de moradores tinha o seu ponto de encontro com a comunidade na varanda de sua casa. Não sabia que na rua de trás tinha lâmpadas queimadas.

      Não sei se é o caso da AL, mas…

  4. Avatar

    É muito comum apos as trocas de comando, solicitar a população que denuncie. Mas a população não acredita que que seja confidencial e sem identificação a denuncia. Penso que, para que isso aconteça, os orgãos de segurança deverá fazer um trabalho que levará anos e anos para fazer com que a população acredite. Acho que seria bem mais facil, reunir a população e tentar entender o porque a população não acredita. Eu particularmente, não acredito, apesar de nunca ter feito uma denuncia. Então, credibilidade se conquista e não se pede.

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