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Consulado norte-americano acompanha investigações sobre morte de cantora 

Matéria publicada em 25 de junho de 2019, 09:58 horas

 


Paraty – O Consulado norte-americano passou a acompanhar as investigações policiais sobre a morte da cantora Danielle Davila, de 32 anos. Natural dos Estados Unidos, a vítima foi encontrada morta, na tarde desse domingo (23), numa cama no quarto de uma pousada,  na Rua Duque de Caxias, no bairro Jabaquara em Paraty.

O corpo da mulher está no Instituto Médico Legal (IML), de Angra dos Reis, onde está sendo aguardada a chegada ainda nesta terça-feira (25), da mãe e de uma irmã de Daniela, dos Estados Unidos.

O delegado titular da 167ª DP (Paraty), Marcelo Russo,  aguarda o resultado dos exames da polícia técnica e necropsia. O policial também aguarda o laudo do exame toxicológico.

A intenção da polícia é afastar ou confirmar hipóteses de que a causa da morte teria sido  por uso de drogas ou envenenamento. Russo vai anexar os documentos ao inquérito que instaurou para apurar a causa da morte da norte-americana.

Danielle fazia apresentações musicais em bares e restaurantes da cidade.  Segundo  testemunhas, Danielle  foi recentemente a um bar e aparentava estar  depressiva.

O delegado Marcello Russo disse que não havia sinais aparentes de violência no corpo da mulher, que estava hospedada em Paraty e trabalhava informalmente com música.

 

Assassinato de artista plástico francês ainda não foi elucidado

Cedric foi morto a tiros em 2018

A Polícia Civil de Paraty ainda não elucidou o assassinato do artista plástico, o francês Cedric Alexandre Vacherie Jaurgayhen, de 33 anos.  Ele foi morto com tiro de espingarda na cabeça, no dia 16 de julho de 2018. O crime foi na casa da vítima que morava num sítio, na Estrada da Colônia, em Paraty.

À época,  a polícia não descartou a hipótese do crime ter sido praticado por intolerância, porque a vítima era homossexual  e participava do candomblé.

 

 


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7 comentários

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    É cada comentário……a que nível de degradação intelectual estamos chegando.

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    Em 2017 teve o caso de uma turista inglesa em Angra, sem contar outros episódios de assassinatos aleatórios vitimando turistas, brasileiras ou estrangeiras, ocorridos em balneários da Costa Verde e da Região dos Lagos…

    Cada caso é um caso, mas é fato que os trajes sumários, comuns em regiões praianas, despertam a libido dos vermes, que não têm escrúpulos nem força mental para refrear seus impulsos. Para as frequentadoras de áreas mais isoladas, todo cuidado é pouco. Andar sozinha nunca será opção, nem adianta as feministas argumentarem “meu corpo, minhas regras”…

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      Pelo desenvolvimento do texto percebe-se que o Emir tem uma certa cultura, mas pela lógica do raciocínio logo se vê que o seu QI aproxima-se ao de um asno, inteligência, Cultura e bom senso nem sempre caminham juntos.

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    Com certeza em Paraty existe um psicopata que violenta mulheres e as mata e já faz é tempo e ninguém faz nada … já foram é muitas mulheres mortas dessa forma .. isso é muito estranho .

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    mas que pousada é essa que nao tem segurança e nem cameras ???? paraty é rodeado de favelas e o trafico é muito forte na regiao . ela pode ter sido confundida ,pode ter se individado com traficantes , ou algum serial kiler a matou

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    É estranho observar em retrospectiva o número de casos de mulheres encontradas mortas com sinais de violência em Paraty…será que não se trata de um asassino sequencial???

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      Todos os casos envolvendo mulheres assassinadas em Paraty tiveram seu desfecho, Assassinos diferentes.

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